segunda-feira, 25 de março de 2013

Primeiro. Novamente.

Em votação com 217 pilotos, o tricampeão Ayrton Senna foi eleito o melhor de todos os tempos.
O Tricampeão mundial, Ayrton Senna foi eleito o maior piloto de Fórmula 1 de todos os tempos. A votação foi publicada na edição desta semana da revista inglesa Autosport, que ouviu 217 pilotos . A lista incluiu o mais antigo vencedor de GP ainda vivo, o argentino Jose Froilan Gonzalez, e o mais velho piloto de F-1 vivo, o alemão Paul Pietsch, de 98 anos. Cada um dos 217 pilotos escolheu os 10 maiores da história, em sua opinião. O heptacampeão mundial Michael Schumacher , que inclusive foi um dos pilotos ouvidos pela revista, ficou em segundo lugar. O argentino Juan Manuel Fangio, pentacampeão entre 1951 e 1957, ficou em terceiro. Em 162 Grandes Prêmios disputados durante suas 11 temporadas na Fórmula 1, Ayrton Senna conquistou 41 vitórias e 65 pole positions, o que lhe rendeu os títulos mundiais de 1988, 1990 e 1991. Senna estreou na categoria pela equipe Toleman, na temporada de 1984. A primeira vitória veio no GP de Portugal de 1985, em Estoril , já correndo pela Lotus. Em 1988, foi contratado pela McLaren e conquistou seu primeiro título. Naquele ano, cravou 13 pole positions e teve 8 vitórias, em 16 corridas disputadas. Após seis anos de sucesso com a equipe inglesa, se transferiu para a Williams em 1994. Largou da primeira posição nas três corridas que disputou com a equipe . Porém, na última delas, em San Marino, sofreu o acidente que lhe tirou a vida e chocou o planeta. Fonte:ESP Brasil,2010.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Primeiro.

Ayrton Senna da Silva (São Paulo, 21 de março de 1960 — Imola, 1 de maio de 1994) foi um piloto brasileiro de Fórmula 1, três vezes campeão mundial, nos anos de 1988, 1990 e 1991. Foi também vice-campeão no controverso campeonato de 1989 e em 1993. Morreu em acidente no Autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Ímola, durante o Grande Prêmio de San Marino de 1994. É reconhecido como um dos maiores nomes do esporte brasileiro[2] e um dos maiores pilotos da história do automobilismo. Senna começou sua carreira competindo por kart. Mudou-se para competições de automobilismo em 1981, e foi campeão dois anos seguintes da Campeonato Britânico de Fórmula 3. Seu bom desempenho em categorias anteriores o levou a estrear na Fórmula 1 no Grande Prêmio do Brasil de 1984 pela equipe Toleman-Hart. Em sua primeira temporada na categoria, Senna rapidamente teve resultados, levando a pequena equipe inglesa a obter performances jamais alcançadas. No ano seguinte, trocou a Toleman-Hart pela Lotus-Renault, equipe pela qual venceu seis Grands Prix ao longo de três temporadas. Em 1988, juntou-se o francês Alain Prost (que seria seu maior rival em sua carreira) na McLaren-Honda e viveu anos vitoriosos pela equipe. Os dois juntos venceram 15 dos 16 Grands Prix daquela temporada, e Senna sagrou-se campeão mundial pela primeira vez. Prost levou o campeonato de 1989, e Senna retomou o título em 1990 - ambos títulos foram decididos por colisões entre os pilotos no Grande Prêmio do Japão. Na temporada seguinte, Senna faturou seu terceiro título mundial, tornando-se o piloto mais jovem a conquistar um tricampeonato na Fórmula 1 - façanha que foi mantida até o final da temporada de 2012, quando Sebastian Vettel chegou ao tricampeonato vencendo por três anos consecutivos. A partir de 1992, a equipe Williams-Renault dominou amplamente a competição. Ainda assim, Senna conseguiu terminar a temporada 1993 como vice-campeão, vencendo cinco corridas. Negociou uma transferência para Williams em 1994. Sua reputação de piloto veloz ficou marcada pelo recorde de pole positions que deteve entre 1989 até 2006. Sobre asfalto chuvoso, demonstrava grande capacidade e perícia, como demostrado em atuações antológicas nos GPs de Mônaco 1984, de Portugal 1985 e da Europa 1993. Senna ainda detém o recorde de maior número de vitórias no prestigioso Grande Prêmio de Mônaco - seis - e é o terceiro piloto mais bem sucedido de todos os tempos em termos de vitórias. Em dezembro de 2009 a revista inglesa Autosport publicou uma matéria onde fez uma eleição para a escolha do melhor piloto de Fórmula 1 de todos os tempos. A revista consultou 217 pilotos que passaram pela categoria, e Ayrton Senna venceu tal votação. A rede de comunicação estatal britânica, BBC, elegeu o brasileiro Ayrton Senna como o melhor piloto de Fórmula 1 da história. “Provavelmente nenhum piloto da Fórmula 1 tenha se dedicado mais ao esporte e dado mais de si mesmo em sua rígida busca pelo sucesso. Ele era uma força da natureza, uma combinação incrível de muito talento e, em alguns casos, uma determinação espantosa”, aponta o texto publicado no site da BBC.
Início
Paulistano nascido no tradicional bairro de Santana, filho de um empresário brasileiro, logo interessou-se por automóveis. Incentivado pelo pai, um entusiasta das competições automobilísticas, ganhou o seu primeiro kart, feito pelo próprio pai (Sr. Milton), aos quatro anos de idade, e que tinha um motor de máquina de cortar grama. A habilidade do garoto na condução do novo brinquedo impressionou a família. Aos nove anos, já conduzia jipes pelas estradas precárias dentro das propriedades rurais do pai. Ayrton Senna cursou o primário nos Colégios Santana e Jardim São Paulo (situados no mesmo distrito de Santana onde morava) e os antigos ginásio e colegial no tradicional Colégio São Luís. Senna era um sucesso no Kart Começou a competir oficialmente nas provas de kart aos treze anos. Depois de terminar como segundo colocado em várias ocasiões, em 1977 ganhou o Campeonato Sul-Americano de Kart e também em 1978 e 1980, o Brasileiro em 1977, 1978 e 1980. Faltaram para Senna as conquistas no Paulista e principalmente no Mundial. Ele sentia-se frustrado por não ter alcançado o título de melhor piloto do mundo; tentou quatro vezes, sendo vice em 1979 e 1980. Como ele dizia, é o primeiro lugar ou nada. Em 1981 começou a competir na Europa, ganhando o campeonato inglês de Fórmula Ford 1600, pela equipe de Ralf Firman. Em 1982, foi campeão europeu e britânico de Fórmula Ford 2000, pela equipe de Dennis Rushen. Nessa época adotou o nome de solteira da mãe, Senna, pois Silva é um nome bastante comum no Brasil. Em 1983, Senna ganhou o campeonato inglês de Fórmula 3, pela equipe de Dick Bennetts, depois de muita luta e da muitas vezes controversa batalha com Martin Brundle. Também triunfou no prestigioso Grande Prêmio de Macau pela Teddy Yip's Theodore Racing Team, diretamente relacionado à equipe que o conduziu à F3 britânica. Neste último campeonato, após várias vitórias em Silverstone, a imprensa inglesa especializada chegou a chamar o circuito de Silvastone em homenagem a Ayrton.
Acidente fatal em Ímola.
Na sétima volta a corrida foi reiniciada, e Senna rapidamente fez a terceira melhor volta da corrida, seguido por Schumacher. Senna iniciara o que seria a sua última volta; ele entrou na curva Tamburello e perdeu o controle do carro, seguindo reto e chocando-se violentamente contra o muro de concreto. A telemetria mostrou que Senna, ao notar o descontrole do carro, ainda conseguiu, nessa fração de segundo, reduzir a velocidade de cerca de 300 km/h (195 mph) para cerca de 200 km/h (135 mph).[22] Os oficiais de pista chegaram à cena do acidente e, ao perceber a gravidade, só puderam esperar a equipe médica. Por um momento a cabeça de Senna se mexeu levemente, e o mundo, que assistia pela TV, imaginou que ele estivesse bem, mas esse movimento havia sido causado por um profundo dano cerebral. Senna foi removido de seu carro pelo Professor Sidney Watkins, neurocirurgião de renome mundial pertencente aos quadros da Comissão Médica e de Segurança da Fórmula 1 e chefe da equipe médica da corrida, e recebeu os primeiros socorros ainda na pista, ao lado de seu carro destruído, antes de ser levado de helicóptero para o Hospital Maggiore de Bolonha onde, poucas horas depois, foi declarado morto. Mais tarde o Professor Watkins declarou:
Ele estava sereno. Eu levantei suas pálpebras e estava claro, por suas pupilas, que ele teve um ferimento maciço no cérebro. Nós o tiramos do cockpit e o pusemos no chão. Embora eu seja totalmente agnóstico, eu senti sua alma partir nesse momento.
Legado
Na reforma do autodromo de Interlagos em 1990 uma mudança radical do traçado foi proposta para seguir as regras de limites de distância de um circuito da FIA, e uma grande curva inclinada foi sugerida para ligar a reta dos boxes à curva do sol. Ayrton propôs um "S" que ligasse as duas retas, daí o nome de "S do Senna", pelo design do tricampeão, e não somente uma homenagem dada a ele. Em 2005, o cantor italiano Cesare Cremonini gravou uma canção intitulada Marmelata #25 e, no refrão, há uma parte que diz em italiano: "Ahh! Desde que Senna não corre mais… não é mais domingo".[26] Com a morte de Ayrton Senna, novas normas de segurança foram implementadas para a F1. Novas barreiras, curvas redesenhadas, altas medidas de segurança e o próprio cockpit dos pilotos foram mudanças feitas na F1, ligadas diretamente à sua morte.
Estatísticas
GPs: 162. Largadas: 161. Títulos: 3. Vitórias: 41. Poles: 65. Pódios: 80. Pontos: 614. Volta + Rápidas: 19. Voltas: 8219. Voltas como líder: 2987. (Wikepédia)

sexta-feira, 8 de março de 2013

Segundo

Juan Manuel Fangio (Balcarce, 24 de junho de 1911 — Buenos Aires, 17 de julho de 1995) É um dos maiores nomes da historia desse esporte.
Carreira
Juan Manuel Fangio correu 51 grandes prêmios, obteve 24 vitórias, 29 pole positions, 23 recordes de volta, cinco títulos mundiais (1951, 1954, 1955, 1956 e 1957) dos quais 4 foram consecutivos, e dois vice-campeonatos (1950 e 1953) em oito temporadas que disputou. Fangio correu em quatro escuderias: Alfa Romeo (1950-1951), Maserati (1953-1954), Mercedes (1954-1955), Ferrari (1956) e Maserati (1957-1958). E o único piloto da história da Formula 1 que foi campeão com 4 escuderias diferentes: Alfa Romeo, Maserati, Ferrari e Mercedes-Benz. Fangio tinha o apelido "El Chueco" (O Manco), que recebeu em partidas amadoras de futebol, por ter as pernas arqueadas. Juan Manuel Fangio disputou sua primeira corrida aos dezessete anos, guiando um Ford-T, e terminou-a em último. Subiu ao pódio pela primeira vez na Mil Milhas na Argentina em 1939. Seu acidente mais grave aconteceu no GP da Itália, em Monza, no ano de 1952. Ao seguir para a Itália, onde disputaria a prova, fez escala em Paris, mas não pôde continuar a viagem de avião por causa do mau tempo. Fangio não hesitou: pegou um carro e dirigiu aproximadamente 700 km até Monza. No dia seguinte, ainda cansado, bateu o seu Maserati durante uma sessão de treinos e voou para fora do carro. Feriu-se gravemente no pescoço. Ficou 40 dias internado e cinco meses com pescoço e tronco imobilizados. Muitos chegaram a pensar que sua carreira estaria encerrada ali. Ele, no entanto, voltou a competir no ano seguinte. Fangio foi o primeiro piloto do mundo a mostrar que a "Era romântica da Fórmula Um" estava para fechar o ciclo. Isto aconteceu quando decidiu encerrar a carreira em 1958. Numa entrevista alguns anos depois, ele comenta o que o levou a tomar aquela decisão, já que estava no auge de sua carreira:
Eu estava em Reims (1958), treinando para o Grande Prêmio da França, quando senti que o carro estava muito instável, o que me chamou a atenção porque a grande virtude da Maserati 250F era sua estabilidade. Então cheguei ao box e perguntei ao chefe de equipa o que se passava; ele respondeu-me:- Trocamos os amortecedores! - Mas por quê?, perguntei. - Porque estes nos pagam! - Assim, naquele momento, tomei a decisão de encerrar a carreira. E não me arrependo disso!
Os dois pilotos que o sucederam que ele mais admirou foram o britânico Jim Clark e brasileiro Ayrton Senna. Em julho de 1995, Juan Manuel Fangio morreu vítima de insuficiência crônica renal aos 84 anos. Sua marca de 5 títulos só foi superada 46 anos depois pelo alemão Michael Schumacher com a 6ª conquista em 2003.
Fangio, ao longo de sua carreira, construiu um dos currículos mais invejáveis da categoria: É o campeão com o maior percentual de vitórias: 47,06% Possui o maior percentual de títulos: 62,5% Possui o maior percentual de poles: 55,7 % Possui o maior percentual de largadas na primeira fila: 94,1% Possui o maior percentual de pódios: 68,6%
Estatísticas
GPs: 51. Títulos: 5. Vitórias: 24. Poles: 29. Pódios: 35. Pontos: 277.64. Volta + Rápidas: 23. Voltas: 3032. Voltas como líder: 1348. (Wikepédia)

domingo, 3 de março de 2013

Terceiro

James "Jim" Clark Jr., (Kilmany, 4 de março de 1936 - Hockenheim, 7 de abril de 1968), nasceu na Escócia, e que se destacou principalmente na Fórmula 1 e ainda hoje é reconhecido como um dos maiores talentos do esporte a motor. O pequeno Jim teria aprendido a dirigir sozinho, ao observar o pai. Consta que aos 8 ele já dirigia o carro da família na pequena propriedade agrícola de seus pais. Como era muito pequeno, as pessoas não o viam ao volante, e no começo muitos pensavam que o carro andava sem qualquer motorista. Impossivel saber se essa história, publicada pela revista seleções em dezembro de 1965 é verdadeira. Mas ela emblematica para a compreensão da figura de Clark, um garoto que começou a se interessar por corridas aos 15 anos, participando de eventos amadores de rali já aos 17. Esse interesse cada vez maior do adolescente por carros e corridas de automóvel alarmava sua família, que considerava essa atividade um passatempo para imbecis. A consternação familiar aumentou mais ainda, quando Clark anunciou, de maneira ousada que queria ser piloto. era um jovem timido que não desobedecia aos pais, mas desta vez o amor pelas corridas falou mais alto. Segundo seu proprio depoimento, em 1964, já campeão mundial,ao querer ser piloto de corridas, Clark passou a ser ironizado e ofendido pelas pessoas da vizinhança como o "idiota local". Mas Jim persistiu, e aos 20 anos, em 1956, com a idade minima exigida na época em seu país, começa a participar de competições de verdade. Sua primeira corrida aconteceu em 3 de junho daquele ano quando, com um Sunbeam Mk3 de sua propriedade, venceu o Stobs Camp Sprint, evento dos chamados "carros de salão". Clark participou, até 7 de outubro, de um total de 8 corridas, incluida a estreia acima citada, sendo que não disputpu nenhuma corrida nos meses de julho e agosto.Além de seu Sunbeam, Clark correu com um DKW Sonderklasse, cedido pela equipe de Ian Scott Watson. Naquele tempo era comum existirem equipes "pequenas", nas mais diferentes categorias automobilisticas. a de Scott Watson era um exemplo típico. O mesmo DKW Sonderklasse foi usado por Clark em sua primeira corrida na temporada de 1957, em 30 de junho, na qual terminou em 4o lugar. A segunda corrida do piloto só aconteceria em primeiro de setembro, onde voltou a usar o seu Sunbeam. Em outubro, Clark pilota um Porsche 1600s para a equipe de Scott Watson.No total o escoces disputou 7 eventos,em 1957 vencendo 2 Nos seus dois primeiros anos como piloto, Clark diputa 15 corridas, número pequeno perto das 42 corridas que disputou em 1958. A partir de então, até 1967, sua ultima temporada completa, corre sempre mais de 30 corridas por ano. O motivo dessa mudança foi que no inicio Clark ainda priorizava o serviço na fazenda dos pais, sentindo que seu futuro como piloto de corridas ainda estava incerto. A pressão da família e da comunidade local era cada vez mais forte, mas um convite, no já citado ano de 1958, para correr pela equipe Border Rievers, representa um alento para as pretenções do piloto. Mais estruturada que a equipe de Scott Watson, para qual Clark continuava competindo também, talves principalmente por gratidão, a Border Rievers foi considerada por Clark como uma verdadeira escola.Emblematica dessa fase da carreira de Clark é sua primeira competição automobilisitca fora do Reino Unido, em maio de 1958, quando participa de 2 eventos num mesmo dia com 2 carros diferentes na pista de Spa-Francorchamps, sendo uma corrida pela equipe de Watson, enquanto a segunda pelo time Border Rievers. No final do ano conhece Colin Chapman, participando em 26 de dezembro de sua primeira corrida com um modelo Lotus, o Elite, fornecido pela fabrica para o time de Ian Scott Watson. Jim ia vencer, quando seu carro foi atingido por um concorrente. Clark acabou em segundo, atrás do próprio Chapman, que pilotava outro Elite. pilotando o Com o mesmo carro, quase vence na sua classe, em sua primeira participação nas 24 horas de Le Mans, em 1959. Clark fez dupla com o experiente John Whitmore, que após a corrida declarou: "Pensei que iria ensiná-lo, mas fui eu quem aprendi".Clark e Whitmore correram na categoria GT 1500. Poderiam ter vencido em sua classe, mas uma serie de contratempos determinaram o segundo lugar entre os carros da GT 1500, além de um decimo lugar na classificação geral. No final do ano disputa uma corrida de Fórmula Júnior (hoje Fórmula 3), com um Gemini. Foi sua primeira corrida com um carro de Fórmula (apesar de antes ter participado de eventos chamados "formula Libre" ele disputou os mesmos com carros turismo ou esporte, dependendo do evento- às vezes participava de mais de um evento de uma vez, com carros diferentes). Após 50 vitórias em Ralis, subidas de montanha, speed trials, corridas de carros esporte e carros turismo, Clark começa a correr nas categorias monoposto (ou "de Fórmula", sem deixar de participar de outros tipos de competição automobilistica. Em sua carreira de Fórmula 1, Clark venceu 25 e conseguiu 33 pole positions. Clark diferiu da atual geração de pilotos de Fórmula 1 devido a sua habilidade de guiar e vencer em todos os tipos de carro. Sua performance no Lotus Cortina em stock cars foi excelente, ele correu na Nascar americana (para a equipe Holman e Moody), lutando com os desajeitados carros esportivos da Lotus, incluindo os tipo 30 e 40 e dirigindo os carros Lotus da Indy em corridas de subida a montanha na Suíça. A Participação de Clark nessas provas suíças, que eram competições reais, foi apenas para exibição, mas dirigir um formula Indy em uma "pista" totalmente inadequada e com desempenho convincente não é pouca coisa. Clark sobressaiu em uma época quando pilotar de forma absolutamente genial era mais importante que contratos comerciais e proteção ao piloto. Piloto rápido, mas ao mesmo tempo frio, sabia quando acelerar. Estrategista brilhante, se adaptava a situações adversas. Errava muito pouco, bem como sabia poupar o equipamento, que aliás gastava geralmente menos do que outros pilotos com o mesmo carro no mesmo ritmo. Ao contrário do que muitos dizem hoje, foi um brilhante acertador de carros.
A tragédia 1968.
Clark detinha na época quase todos os recordes da formula um e estava muito perto de alcançar o de pontos e o de frequências ao pódio, então nas mãos de Fangio. Mas em 7 de Abril de 1968 durante uma corrida da Fórmula 2 em Hockenheim, Alemanha, Jim Clark morreu quando seu carro saiu de curso e bateu em algumas árvores. A causa do acidente nunca foi definitivamente identificada, mas investigadores concluíram que um pneu traseiro vazio foi a causa mais provável. A morte do escocês foi um grande golpe para a Lotus e para a Fórmula 1. Clark permaneceu fiel à equipe durante quase toda a sua carreira (toda na fórmula 1). Foi ele quem tornou famosa a equipe, ajudando o time de Colin Chapman a estabelecer os alicerces na fórmula 1 moderna. O campeonato de 1968 foi vencido pelo seu companheiro de equipe, Graham Hill.
Homenagem
Em 2011 recebeu uma Homenagem feita pela equipe KV Racing quando assinou uma semana antes do grande premio de Saint Petersburg com Tony Kanaan que honrou as cores verde e amarelo e o número 82 que foi utilizada por Jim Clark para vencer as 500 Milhas de Indianapolis de 1965.(Wikipédia)
Estatísticas
GPs: 73. Largadas: 72. Títulos: 2. Vitórias: 25. Poles: 33. Pódios: 32. Pontos: 274. Volta + Rápidas: 28. Voltas: 3930. Voltas como líder: 1943.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Quarto

Michael Schumacher (Hürth-Hermülheim, 3 de Janeiro de 1969) sete vezes campeão da principal categoria do automobilismo, e de acordo com o site oficial da Fórmula 1, Schumacher é estatisticamente o maior piloto de todos os tempos da Fórmula 1, detém inúmeros recordes, incluindo voltas mais rápidas, maior número de campeonatos, vitórias, pole positions, pontos marcados e mais corridas ganhas em uma única temporada - 2004. Em 2002 ele se tornou o único piloto na história da F1 a terminar entre os três primeiros em todas as corridas. Após três temporadas afastado da categoria que o consagrou, Schumacher retornou defendendo a Mercedes na temporada de 2010. Fora das pistas, Schumacher é um embaixador da UNESCO e um orador para a segurança do motorista. Ele esteve envolvido em inúmeros esforços humanitários ao longo de sua vida e doou dezenas de milhões de dólares para a caridade. Michael e seu irmão Ralf Schumacher, são os únicos irmãos a vencer corridas na Fórmula 1, e eles foram os primeiros irmãos 1° e 2° lugar na mesma corrida, em Montreal em 2001 e novamente em 2003. Com apenas quatro anos, Schumacher ganhou seu primeiro kart, na pequena cidade de Kerpen, na Alemanha, onde seu pai administrava o kartódromo da cidade e onde o piloto começou a carreira. Apesar de sonhar em ser jogador de futebol, começou a competir com quatorze anos, iniciando sua carreira profissional aos vinte e dois anos. Em 1991 o piloto belga Bertrand Gachot foi preso por envolvimento em um acidente de trânsito. Sua equipe, a Jordan, ficou com uma vaga, que Schumacher assumiria no Grande Prêmio da Bélgica. Schumacher foi convidado a disputar a prova e em apenas uma corrida chamou a atenção de Flávio Briatore ao conquistar a sétima posição no grid de partida (a melhor posição do grid conquistada pela equipe Jordan no ano). Seu desempenho durante a prova, que não chegou a terminar, foi o suficiente. Briatore despediu o piloto brasileiro Roberto Pupo Moreno e contratou Schumacher, formando dupla com o tricampeão Nelson Piquet na Benetton. Durante sua longa carreira, Schumacher esteve envolvido em diversos incidentes, que causaram controvérsia. Schumacher tem sido condenado na mídia britânica por seu envolvimento em colisões que decidiram os títulos de 1994 e 1997. Os jornais alemães e italianos condenaram amplamente suas ações em 1997. O incidente de 1994 foi visto pela FIA como um incidente de corrida e não trouxe nenhuma sanção, mas o incidente de 1997 desclassificou Schumacher do campeonato. O ano de 2006 , segundo muitos especialistas, uma de suas melhores temporadas. Tanto ele como Alonso tiveram problemas mecânicos durante o campeonato, e a vantagem em desempenho do carro Renault no início de 2006 foi revertida em favor da Ferrari após polemicamente a FIA banir os amortecedores de massa utilizados pela Renault. No final ambos tiveram equipamento relativamente equilibrado pra disputar o campeonato que só foi decidido em Interlagos. No dia 23 de dezembro de 2009, a Mercedes GP anunciou na Alemanha o retorno do heptacampeão, aos 41 anos, à Fórmula 1. Michael Schumacher se torna piloto da Mercedes, equipe que surgiu após a compra da vitoriosa Brawn GP, por três temporadas por sete milhões de euros. O veterano corre ao lado do compatriota Nico Rosberg. Michael Schumacher foi o piloto mais experiente do grid até 2012,quando novamente deixou a formula 1, sendo também o único que correu com os grandes do começo da década de 90, como Ayrton Senna, Alain Prost, Nigel Mansell, Nelson Piquet entre outros.(Wikipédia)Estatísticas de Michael Schumacher GPs: 308. Largadas: 307. Títulos: 7. Vitórias: 91. Poles: 68. Pódios: 155. Pontos: 1566. Volta + Rápidas: 77. Voltas 16825 Voltas como líder: 5111.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Quinto.

Alain Marie Pascal Prost (Loire, 24 de fevereiro de 1955) quatro vezes campeão do Mundial de Pilotos da Fórmula 1, considerado um dos mais bem sucedidos pilotos da categoria de todos os tempos. Durante sua carreira na F1, que foi de 1980 a 1993, ele venceu 51 Grandes Prêmios. Sua primeira vitória foi a que todo piloto francês poderia sonhar: em solo francês, no Grande Prêmio da França de 1981, com um carro francês, o Renault. Ainda na Renault ele somou mais 8 vitórias ao seu currículo. Mas divergências com a equipe o fizeram regressar à McLaren, na qual somaria mais 30 vitórias e ganharia três títulos mundiais. Numa passagem conturbada pela Ferrari, foi vice-campeão em 1990 e não competiu em 1992. Retornou em 1993, sagrando-se mais uma vez campeão, agora pela Williams, e encerrando no mesmo ano sua carreira. Em seu tempo, Alain Prost consagrou um estilo de pilotagem seguro, leve e elegante, em oposição ao maior virtuosismo de outros pilotos com os quais competiu, como Gilles Villeneuve, Nigel Mansell e o próprio Ayrton Senna, notáveis pelo grande arrojo e ousadia na pilotagem. Um dos principais exemplos desse método era a economia dos componentes do carro (motor, gasolina, pneus) durante a maior parte da corrida, para que as grandes acelerações se dessem somente nos momentos de real decisão (como nos instantes de ultrapassagem). Por adotar essa forma racional e calculista de competição, Prost ficou conhecido como "O Professor" [2]. De 1997 a 2001 foi proprietário e dirigiu a Prost Grand Prix Racing Team. A equipe faliu no começo de 2002. Fora das corridas, Prost é um entusiasta pelo ciclismo de estrada e ajudou no design de bicicletas da fábrica francesa Cyfac. Alain Prost é casado com Anne-Marie Prost e tem três filhos: Nicolas, Sacha e Victoria. Ele reside em Nyon, na Suíça. Durante boa parte de sua carreira na Fórmula 1, houve grande rivalidade entre Alain Prost e Ayrton Senna, notadamente após o ano de 1988, quando ambos se tornaram companheiros de equipe na McLaren.
Honras recebidas
Légion d'Honneur (França, 1985) Troféu de Campeão dos Campeões (Grand Prix Former Drivers Club, 1988) Knight of the Order of the British Empire(OBE) (Inglaterra, 1993) Hall da Fama Internacional dos Esportes a motor (1999) Prêmio mundial de esportista do Século (Novembro de 1999) Cavaleiro da Ordem do Cruzeiro do Sul (Brasil)(Wikipédia) Estatísticas de Alain Prost: GPs: 202. Largadas: 199. Títulos: 4. Vitórias: 51. Poles: 33. Pódios: 106. Pontos: 798.5. Volta + Rápidas: 41. Voltas: 10540. Voltas como líder: 2684.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Sexto.

Stirling Crawford Moss, ou mais conhecido como Stirling Moss (Londres, 17 de Setembro de 1929)Competiu na Fórmula 1 por vários anos e foi por quatro vezes vice-campeão. Ele é filho de Alfred Moss, que terminou em 14º as 500 Milhas de Indianápolis em 1924. Stirling Moss é considerado um dos maiores pilotos da história a nunca ter conquistado um título da Fórmula Um. Moss competiu na chamada era de ouro da Fórmula 1, em que ainda corriam pilotos como Juan Manuel Fangio e Mike Hawthorn. O piloto britânico é considerado por muitos o melhor piloto a não vencer a Fórmula 1. Ele foi quatro vezes consecutivas vice-campeão mundial, de 1955 à 1958. Moss venceu 194 de suas 497 corridas entre 1948 à 1962, incluindo 16 grandes prêmios de Fórmula 1. Em 1962, Moss feriu-se num acidente em Goodwood dirigindo um Lotus. Recuperou-se, fez uma tentativa prematura de voltar, mas não se adaptou e decidiu aposentar-se. Ele, todavia, continuou a correr com carros históricos. Uma de suas corridas mais famosas foi a Mille Miglia — um enduro de 1500 km na Itália — de 1955, em que ele venceu com um tempo recorde de 10 horas e 8 minutos, na frente de Juan Manuel Fangio, que foi o segundo colocado. Estatísticas: GPs: 66. Títulos: 0. Vitórias: 16. Poles: 16. Pódios: 24. Pontos: 186.64. Volta + Rápidas: 19. Voltas: 3379. Voltas como líder: 1181. (Wikipédia)

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Sétimo.

John Young Stewart OBE (Milton, 11 de junho de 1939) é um ex-automobilista britânico. É tricampeão mundial de Fórmula 1 e considerado um dos maiores pilotos da história do esporte. Stewart começou sua carreira na F1 competindo pela BRM de 1965 a 1967; depois foi para a estreante Matra, em 1968. No ano seguinte conquistou seu primeiro título mundial. Em 1970, foi para a Tyrrell, onde conquistou mais dois títulos mundiais, em 1971 e em 1973. Conquistou 27 vitórias na Fórmula 1. Esse era o melhor registro da categoria, até que em 1987, o francês Alain Prost venceu o Grande Prêmio de Portugal e ultrapassou a marca do escocês. Foi um dos pilotos a exigir mais segurança na Fórmula 1. Tudo começou num gravíssimo acidente que ele sofreu em 1966 na pista belga de Spa-Francorchamps. Uma tempestade atingiu o circuito e deixou seco somente o grid de largada. Na rápida Masta Straight, a BRM de Stewart girou e caiu em uma vala, e ele ficou preso no carro com o macacão encharcado de gasolina, enquanto Graham Hill e Bondurant tentavam desaparafusar o volante para poderem retirar Stewart de dentro do monocoque avariado. A partir daí, disse que não correria na equipe se não tivesse segurança no seu carro. Foi ele que idealizou o capacete que cobre toda a cabeça do piloto e o macacão antichamas. A partir daí ele chegou a ser ridicularizado por aqueles que achavam que as competições deviam ser um esporte de riscos. Ficou, inclusive, conhecido como o homem vacilante. Logo sete anos depois em 1973 durante os treinos de classificação no circuito de Watkins Glen disputando o Grande Prêmio dos Estados Unidos,um fato que levaria Jackie Stewart a abandonar a competição. Seu parceiro da Tyrrell na época, o piloto francês François Cevert sofreu um grave acidente, o carro do piloto escapou da pista, bateu no guard rail do lado direito e ricocheteou em direção ao guard rail do lado esquerdo, virando de rodas para o ar e se arrastando pela "lâmina" de metal por mais de cem metros,foi degolado e teve morte instantânea.Chocado com a morte de François Cevert, Jackie Stewart decidiu abandonar de forma definitiva a Fórmula 1. Em 1997, fundou a sua equipe, a Stewart. Os melhores resultados da equipe foram a vitória de Johnny Herbert no Grande Prêmio da Europa, disputado no circuito de Nürburgring em 26 de setembro de 1999, e a pole conquistada por Rubens Barrichello no Grande Prêmio da França do mesmo ano. Nesse ano a equipe alcançou a melhor colocação no mundial de construtores: 4° lugar. No final de 1999, atolado em dívidas, ele vendeu a sua equipe para a Jaguar. Até hoje, Jackie Stewart é lembrado pelas suas conquistas na Fórmula 1. Estatísticas de Jackie Stewart GPs: 100. Largadas: 99. Títulos 3: Vitórias: 27. Poles: 17. Pódios: 43. Pontos: 360. Volta + Rápidas: 15. Voltas: 5225. Voltas como líder: 1919. (Wikipédia)

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Oitavo.

Sebastian Vettel (Heppenheim, 3 de julho de 1987) Em 2010 tornou-se o mais jovem campeão da história da Fórmula 1, correndo pela escuderia Red Bull, equipe campeã de construtores também na mesma temporada. No ano de 2011, conquistou o terceiro lugar no Grande Prêmio do Japão, o que foi suficiente para que se tornasse, aos 24 anos e 87 dias de idade, o mais jovem bicampeão da história da Fórmula 1. Em 25 de novembro de 2012 tornou-se o mais jovem tricampeão mundial da F1. Vettel começou no automobilismo aos sete anos, pilotando kart. Em 2004, na F-BMW Alemã, venceu 18 de 20 corridas disputadas e conquistou o título da competição. Nos anos seguintes, Vettel correu na F-3 Europeia e passou a despertar interesse da BMW, onde passou a realizar testes. A escuderia Williams realizou alguns testes com Vettel. Em 2005, Vettel era piloto júnior da equipe. Entrou em 17 grandes-prêmios da temporada. Estreou em 2006 como terceiro piloto da equipe BMW Sauber, participando dos treinos livres para o GP da Turquia. Aos dezenove anos e cinquenta e três dias de idade, tornou-se o piloto mais jovem a participar de um evento de Fórmula 1. Sua estreia na Fórmula 1 aconteceu durante o Grande Prêmio dos Estados Unidos de 2007, quando substituiu o titular Robert Kubica. Na ocasião, Vettel terminou a corrida na oitava posição, conquistando o primeiro ponto da carreira na categoria. Às vésperas do GP da Hungria de 2007, Vettel foi confirmado como novo piloto da Scuderia Toro Rosso, em substituição ao estadunidense Scott Speed, que saiu após desentendimentos com a equipe. Em 14 de setembro de 2008 venceu o Grande Prêmio da Itália, conquistando a primeira vitória da carreira na categoria e também da equipe Toro Rosso. Com esse feito, tornou-se o piloto mais jovem a vencer um Grande Prêmio, com vinte e um anos, três meses e oito dias. Marcou outro recorde com somente nove segundos de carreira na Fórmula 1: se tornou o piloto mais jovem a ser multado pela FIA por uma infração ao passar do limite de velocidade nos boxes enquanto acessava a pista pela primeira vez. Também foi o mais jovem piloto a pontuar em sua corrida de estreia no GP dos Estados Unidos. Em 2009, Vettel passa a correr na Red Bull, substituindo David Coulthard, que se aposentou ao fim de 2008. Em 19 de abril de 2009, no Grande Prêmio da China, conquistou a segunda vitória na categoria e a primeira da equipe Red Bull. Em 1 de novembro, Vettel terminou na segunda colocação no Mundial - sendo o mais novo piloto a conseguir tal feito - logo após sua vitória na estreia do GP de Abu Dhabi, ficando atrás apenas do britânico Jenson Button no campeonato. Em 19 de novembro de 2009, Vettel foi eleito o melhor piloto do ano pela revista inglesa "Autosport", em uma votação feita com os chefes de equipe da categoria. O piloto alemão começou a temporada de 2010 marcando a pole position nas duas primeiras etapas, no entanto, por problemas no carro, acabou perdendo a liderança, inclusive sendo obrigado a abandonar na segunda corrida. A primeira vitória na temporada veio na terceira corrida, o Grande Prêmio da Malásia, quando superou o companheiro de equipe Mark Webber, que chegou em segundo. Em 14 de novembro, Vettel tornou-se o campeão da categoria, após vencer a ultima corrida da temporada, o GP de Abu Dhabi. Vettel tornou-se o campeão mais novo da história, com 23 anos, 4 meses e 11 dias. Vettel também se tornou o 1º piloto da história da Fórmula 1 a ser campeão sem ter liderado o campeonato antes da última prova. No dia 24 de fevereiro de 2012 o piloto recebeu do presidente da Alemanha, Horst Seehofer, a distinção "Silberne Lorbeerblat" (folha de prata), mais alta condecoração concedida pelo governo alemão a esportistas, pela conquista do bicampeonato.[11] Em 25 de novembro de 2012, Sebastian Vettel se tornou o mais novo tri campeão mundial de Formula 1, chegando em sexto colocado no GP do Brasil, última prova da temporada. Vettel se tornou campeão com 3 pontos de vantagem para Fernando Alonso, que chegou na segunda posição. Estatísticas de Sebastian Vettel. GPs: 101. Títulos: 3. Vitórias: 26. Poles: 36. Pódios: 46. Pontos: 1054. Volta + Rápidas: 15. Voltas: 5359. Voltas como líder: 1753. (Wikipédia)

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Nono.

Niki Lauda: Andreas Nikolaus Lauda (Viena, 22 de fevereiro 1949) mais conhecido como Niki Lauda. Atualmente é proprietário da companhia aérea Niki. Participou do Campeonato Mundial de Fórmula 1 entre 1971 e 1979, e entre 1982 e 1985, disputando 177 Grandes Prêmios, obtendo 25 vitórias, 24 pole positions e 24 melhores voltas, totalizando 419.5 pontos. Sagrou-se campeão mundial em 1975, 1977 e 1984. Pilotou para as equipes March, BRM, Ferrari, Brabham e McLaren. Niki Lauda iniciou sua carreira no automobilismo em 1968, destacando-se na Fórmula 3 e na Fórmula 2 antes de ingressar na Fórmula 1, levando uma verba pessoal para a então pequena equipe March. Estreou no Grande Prêmio da Áustria, abandonando por problemas mecânicos. Manteve-se na categoria até o final de 1973 graças ao dinheiro da família, quando a Ferrari o contratou para ser seu piloto titular. Em 1974, pela escuderia italiana, venceu seu primeiro Grande Prêmio, em Jarama, na Espanha. Em 1975, após cinco vitórias (quatro das quais após largar em primeiro lugar), sagrou-se campeão mundial pela primeira vez. Manteve o ritmo competitivo em 1976, mas um acidente em Nurburgring (onde seu carro incendiou-se, e Lauda ficou preso nas ferragens por vários minutos) quase lhe tirou a vida. Um padre chegou a ser chamado ao hospital para lhe dar a extrema unção. Mas apesar de graves queimaduras, que lhe custou partes da orelha direita,[1] Lauda ainda voltaria a correr naquele ano, e só perderia o título mundial nas últimas corridas para o inglês James Hunt. Em 1977 obteve 3 vitórias e recuperou o título mundial. Ao final daquele ano, abandonaria a Ferrari para juntar-se à Brabham-Alfa Romeo, dirigida por Bernie Ecclestone. A parceria lhe rendeu duas vitórias e alguns pódios em 1978, mas a freqüência de quebras lhe deixou fora da disputa pelo título. Em 1979 marcou apenas quatro pontos. Os maus resultados fizeram Lauda direcionar suas atenções para a companhia aérea que acabara de fundar, e assim deixou a Fórmula 1. Durante o período em que ficou afastado, além de administrar sua empresa de aviação, Niki Lauda chegou até a ser comentarista e repórter de Fórmula 1 para um canal de televisão austríaco. Entretanto, Lauda recebeu convite da McLaren para voltar às pistas em 1982. Após apenas 2 corridas de adaptação, Lauda venceria pela McLaren em Long Beach (vencendo uma segunda prova, o Grande Prêmio da Inglaterra). Em 1983, sem condições de acompanhar as equipes com motor Turbo, Lauda pouco pôde fazer no campeonato. Faltando quatro provas para o término, a McLaren começava o desenvolvimento com o Porsche; o piloto austríaco terminou o ano em 10º lugar na classificação geral. Em 1984, iniciou o ano desacreditado, e seu companheiro de equipe, Alain Prost, era o favorito ao título. Após 5 vitórias (contra 7 de Prost), Lauda seria campeão mundial pela terceira vez com apenas meio ponto de vantagem (Prost marcara apenas metade dos pontos - 4,5 - da vitória do Grande Prêmio de Mônaco, encerrado prematuramente por causa da chuva). Lauda defendeu o título em 1985, mas já sem motivação, obteve apenas 1 vitória, e abandonou 12 das 15 corridas do ano. Seu último Grande Prêmio foi o Grande Prêmio da Austrália, que abandonou após um acidente. Lauda permaneceu muitos anos afastado da Fórmula 1, gerenciando sua empresa de aviação, retornando como consultor técnico extraordinário da Ferrari nos anos 1990. Em 2001 foi contratado pela Jaguar para assumir as funções de diretor técnico, mas resultados inexpressivos o levaram à demissão em 2003. Em 2013, teremos Niki Lauda de volta a F1 pela equipe Mercedes, juntamente com Lewis Hamilton. Tenham a certeza que com a entrada do austriaco na equipe, a Mercedes disputará o título já em 2013. Estatísticas de Niki Lauda: GPs: 177. Largadas: 171. Títulos: 3. Vitórias: 25. Poles: 24. Pódios: 54. Pontos: 420.5. Volta + Rápidas: 24. Voltas: 8218. Voltas como líder: 1592 (Wikepédia)

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Décimo.

Fernando Alonso Díaz (Oviedo, 29 de Julho de 1981) Foi campeão mundial pela Renault em 2005 e 2006. Filho de José Luis Alonso e Ana Díaz, dos quatro aos catorze anos estudou no Colégio de Santo Ángel de la Guarda, passando, depois, para o Instituto Leopoldo Alas Clarín de San Lázaro, onde permaneceu até 2000. Abandonou a escola por motivo das competições. O início de Alonso no mundo do automobilismo foi com três anos, quando seu pai lhe deu um kart que ele mesmo tinha construído. Um ano mais tarde obtém a licença oficial da Federação Espanhola. Em 1988, com sete anos, ele ganha o seu primeiro campeonato, ganhando as oito corridas que constavam do campeonato. Um ano mais tarde, em 1989, é campeão de kart das Astúrias e Galiza. Devido às mudanças de categoria, a família não poderia sustentar as despesas. Perto do abandono aparece Genís Marco, um importador de karts, que se encarregaria do financiamento: fornecer os karts e procurar patrocinadores. Acabou ele por tornar-se, também, um patrocinador. Em 1991, como cadete, é campeão das Astúrias e do País Basco. É campeão da Espanha em 1993 e 1994 como júnior, o que lhe permitiu competir no Campeonato Mundial no ano seguinte. Ficou com o terceiro lugar, sendo o campeão Kimi Räikkönen, que viria a ser seu adversário na Fórmula 1. Em 1996 torna-se campeão da Espanha, do Troféu Festival de Itália, do Grande Prêmio de Marlboro e do Campeonato Mundial de Juniores. No anos seguintes torna-se campeão da Espanha, Itália e da Europa na Categoria Internacional A. Em 1998 volta a ganhar o Campeonato da Espanha, o Troféu Paris-Bercy, a Indústria de Itália e o Open Ford. Na F1, ficou conhecido por seu difícil caráter, competitividade extrema e envolvimento em diversas polêmicas, como a que acabou abreviando a carreira na formula 1 do novato Nelsinho Piquet. Fórmula 1 Em 1999 entra "nesse mundo" quando o ex-piloto da Minardi Adrián Campos passa a ser seu Manager. Substitui Marc Gené na Fórmula Nissan. Alonso conquista nove pole positions, oito voltas mais rápidas e seis vitórias. Torna-se vencedor do campeonato Euro Open Movistar. Da Fórmula Nissan passa para a Fórmula 3000, na equipe Astromega (ganhando o Grande Prêmio da Bélgica e chegando em segundo no Grande Prêmio da Hungria, no ano da estreia). Passa para a Fórmula 1 (pela equipe Renault), mas é cedido à Minardi como piloto de testes. Estreou na Minardi no Grande Prêmio da Austrália, em 2001, e torna-se o terceiro mais novo a fazê-lo. Em 2002, Flavio Briatore acaba com a cessão à Minardi e coloca-o como piloto de testes na própria equipe que dirige. Um ano mais tarde já é o piloto oficial da Renault. Em 22 de Março de 2003, com vinte um anos, sete meses e vinte e dois dias, no Grande Prêmio da Malásia, tornou-se o piloto mais jovem a conseguir uma pole position (marca que foi batida por Sebastian Vettel no Grande Prêmio da Itália de 2008) e, é o primeiro piloto espanhol a subir ao pódio. Alonso também consegue ser o piloto mais novo a ganhar um grande prêmio, o Grande Prêmio da Hungria, com vinte e dois anos e vinte e seis dias (marca que também foi batida por Sebastian Vettel no Grande Prêmio da Itália de 2008). Também em 2003, Fernando Alonso sofre um grave acidente no Grande Prêmio do Brasil, mas sem consequências: seu carro bateu a mais de duzentos e oitenta km/h nos destroços do carro de Mark Webber e, logo em seguida, bateu com muita força no muro, em plena reta dos boxes de Interlagos. Títulos mundiais Em 20 de Março de 2005, no Grande Prêmio da Malásia, consegue a sua segunda vitória e torna-se o primeiro piloto espanhol a liderar o mundial de Fórmula 1. Em 25 de Setembro de 2005, no Grande Prêmio do Brasil, Alonso sagrou-se o mais jovem campeão da história da Fórmula 1, com vinte e quatro anos e cinquenta e seis dias, derrubando o recorde anterior de Emerson Fittipaldi, campeão com vinte e quatro anos, oito meses e vinte e nove dias. Na temporada de 2006, Fernando Alonso conquista seu segundo título mundial, também no Grande Prêmio do Brasil, chegando na segunda colocação da corrida, no dia em que Michael Schumacher fez a sua ultima corrida na Fórmula 1. Em 2007, após conquistar dois títulos mundiais pela Renault, o piloto espanhol transferiu-se para a McLaren, com o status de primeiro piloto. Porém, passou a enfrentar problemas dentro da própria equipe, graças aos excepcionais resultados do estreante piloto inglês Lewis Hamilton, que logo nas primeiras corridas obteve bons desempenho.Ferrari: Em 30 de setembro de 2009, Alonso foi anunciado como novo piloto da italiana Ferrari para a temporada de 2010, assinando um contrato de três temporadas. Atualmente, o próprio Fernando descreveu sua fase na escuderia italiana como a "melhor de sua vida". No fim de 2011, o espanhol renovou o contrato com a equipe até o fim de 2016. Já foi eleito por muitos pilotos formados o melhor piloto do grid, e um dos 5 maiores da história. Estatísticas de Fernando Alonso: GPs: 198. Largadas: 197. Títulos: 2. Vitórias: 30. Poles: 22. Pódios: 86. Pontos: 1364. Volta + Rápidas: 19. Voltas: 10925. Voltas como líder: 1645. (Wikipédia)

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Décimo Primeiro.

Alberto Ascari (Milão, 13 de julho de 1918 — Monza, 26 de maio de 1955) foi um piloto de fórmula 1 e uma das primeiras estrelas da Ferrari. Nascido em Milão, Itália, Ascari tinha a velocidade nas suas veias, seu pai Antonio Ascari foi um talentoso piloto nos anos 1920, correndo com Alfa Romeos. Antonio morreu enquanto liderava o Grande Prêmio da França em 1925 mas o jovem Ascari tinha interesse em corridas ao invés de ódio. Ele pilotou motocicletas no princípio de sua carreira; foi depois que ele entrou na prestigiada Mille Miglia num carro esporte da Ferrari que ele começou a pilotar veículos de quatro rodas. Sua carreira de piloto foi interrompida durante a Segunda Guerra Mundial, depois começou a correr Grandes Prêmios com a Maserati. Seu companheiro de equipe Luigi Villoresi, que foi mentor e amigo de Alberto. Ele venceu seu primeiro Grande Prêmio em San Remo, Itália em 1948 e venceu outra corrida no ano seguinte pela mesma equipe. Seu maior sucesso depois de se juntar a Villoresi na Ferrari; ele venceu mais três corridas. A primeira temporada oficial de Fórmula 1 começou em 1950 e a Ferrari estreou em Monte Carlo com Ascari, Villoresi e o popular piloto francês Raymond Sommer na equipe. Ascari terminou em segundo na corrida e depois no ano compartilhou o segundo lugar na primeira corrida em Monza. Ele foi apenas o quinto no campeonato. Ele venceu sua primeira corrida de F1 na temporada seguinte, em 1951 em Nurburgring e venceu também em Monza, terminando em 2º atrás do argentino Juan Manuel Fangio. Devido ao sucesso na Europa, Enzo Ferrari forneceu um carro a Alberto para a Indianapolis 500 em 1952. Ascari foi o único piloto europeu a correr na Indy em 11 anos de Fórmula 1, mas seu dia acabou em 40 voltas. Aquela foi a única vez que ele não venceu um corrida de F1 naquela temporada. A Ferrari de Ascari dominou em 1952, vencendo todas as seis corridas na Europa daquela temporada e tendo a volta mais rápida em todas as corridas. Ele quase marcou a quantidade máxima de pontos que um piloto podia conseguir. Ele venceu mais três corridas consecutivas no começo da temporada de 1953, dando a ele nove vitórias consecutivas (não contando a Indy) antes do término da série quando terminou em quarto na França, esta que foi uma corrida muito disputada. Ele venceu mais duas vezes no ano dando-lhe mais um título mundial. Ascari não continuou em 1954 devido a não finalizar quatro corridas, embora ele tenha vencido em Mille Miglia. Sua temporada de 1955 começou de maneira similar, abandonando duas vezes, o último foi um espetacular acidente em Mônaco onde ele bateu dentro do porto depois de passar por uma chicane. Uma semana depois, em 26 de Maio, ele foi a Monza para testar um carro esporte Ferrari e bateu em uma das curvas. Ele morreu no acidente, uma morte que ainda é um tanto misteriosa. A curva onde o acidente aconteceu ganhou seu nome, a Variante Ascari.Alberto Ascari está enterrado próximo a seu pai no Cimitero Monumentale em Milão. Em 1992, ele foi indicado para o International Motorsports Hall of Fame. Ascari é considerado o melhor piloto italiano de todos os tempos, seguido de Nino Farina. Além de ter sido o mais duro rival de Juan Manuel Fangio. Alberto venceu 47 de 56 corridas internacionais das quais participou. Estatísticas de Alberto Ascari: GPs: 32. Títulos: 2. Vitórias: 13. Poles: 14. Pódios: 17. Pontos: 139.14. Volta + Rápidas: 12. Voltas: 1691. Voltas como líder: 926. (Wikipédia)

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Décimo Segundo.

Gilles Villeneuve Joseph Gilles Henri Villeneuve, mais conhecido como Gilles Villeneuve , (Berthierville, 18 de janeiro de 1950 — Leuven, 9 de maio de 1982) é considerado um dos melhores pilotos de toda a história da Fórmula 1, apesar de ter obtido apenas seis vitórias em 67 corridas disputadas na sua passagem pela categoria, entre 1977 à 1982. Villeneuve nasceu em Quebec. Era filho de um afinador de pianos e estreou no automobilismo em 1975, após uma breve e vitoriosa carreira como piloto de snowmobile em campeonatos de seu país. Foi campeão canadense e norte-americano de Fórmula Atlantic, em 1976, e repetiu o título canadense em 1977. Neste ano, em uma corrida no circuito de Trois Riviere que contou com a presença de pilotos da Fórmula 1, derrotou e impressionou positivamente o então campeão mundial, o inglês James Hunt, o que lhe rendeu um convite para disputar o Grande Prêmio da Inglaterra, em Silverstone, com um terceiro carro da equipe McLaren. Nesta prova, com um velho McLaren M23 — mesmo modelo com que o brasileiro Emerson Fittipaldi vencera o campeonato de 1974 —, Gilles largou na 9ª posição, entre os pilotos oficiais da equipe, Hunt e o alemão Jochen Mass, porém problemas mecânicos o atrasaram e o canadense terminou a corrida em 11º lugar. A McLaren não convidou mais Gilles para as provas seguintes, mas a sua já crescente reputação e seu estilo arrojado lhe renderam um convite para ser piloto da equipe Ferrari, ainda em 1977, para ser companheiro do argentino Carlos Reutemann. Gilles é muito lembrado pelo seu lendário duelo no Grande Prêmio da França de 1979 contra o piloto francês René Arnoux da Renault. O arrojo de ambos os pilotos nesse confronto foi tão grande que René e Gilles chegaram a ficar lado a lado em uma mesma curva a mais de 150 Km/h, Após sucessivas ultrapassagens de ambos os pilotos, Gilles Villeneuve venceria o confronto e receberia a bandeirada em segundo, seguido do próprio Arnoux em terceiro. Após a corrida o francês diria uma frase marcante: "Ele me venceu, mas isso não me preocupa, pois sei que fui vencido pelo melhor piloto do mundo". Estatísticas de Gilles Villeneuve GPs: 68. Largadas: 67. Títulos: 0. Vitórias: 6. Poles: 2. Pódios: 13. Pontos: 107. Volta + Rápidas: 8. Voltas: 3282. Voltas como líder: 534. (Wikipédia)

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Décimo Terceiro.

Nigel Ernest James Mansell, CBE (Upton-upon-Severn, 8 de agosto de 1953) é ex-piloto de Fórmula 1, campeão do mundo de 1992. Conhecido pelo estilo arrojado, Nigel Mansell, muito por essa forma agressiva de dirigir, notabilizou-se também pelo fato de não ter tido muita sorte na Fórmula 1, posto que, em várias ocasiões, algumas até com o título praticamente assegurado, acidentava-se. Assim, Mansell celebrou-se como um dos pilotos que mais dividiram opiniões em seu tempo: ao mesmo tempo em que haviam os que o admiravam pela ousadia e ímpeto, capaz de ofertar belíssimas exibições, outros o consideravam um automobilista pouco esperto, sujeito a cometer erros homéricos. Após a conquista em 1992, sagra-se campeão na Fórmula Indy no ano de 1993, e primeiro piloto a conquistar o título em sua estréia na categoria. Atualmente Mansell é casado com Rosanne. Mora em Jersey, juntamente com sua filha Chloe, e seus dois filhos, Leo e Greg, que também são automobilistas, e disputaram a Fórmula 3 britânica, em 2006. Estatísticas de Nigel Mansell GPs. 192. Largadas. 187. Títulos. 1. Vitórias. 31. Poles. 32. Pódios. 59. Pontos. 482. Volta + Rápidas. 30. Voltas. 8750. Voltas como líder. 2089.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Décimo Quarto.

Mika Pauli Häkkinen (Vantaa, 28 de Setembro de 1968) Conquistou dois títulos mundiais na Fórmula Um, onde teve grande rivalidade com Michael Schumacher. iniciou no kart com cinco anos, vencendo sucessivamente os campeonatos regional e nacional antes de se transferir para os carros maiores. com a Em 1990 venceu o campeonato de Fórmula 3 inglesa em 1990, despertando o interesse dos dirigentes da Lotus. Em 1991 foi contratado para correr na Fórmula 1 pela equipe Lotus. Trocou a Lotus pela McLaren em 1993. Após passar por uma sucessão de decepções com a McLaren, conquistou os campeonatos de 1998 e 1999. Häkkinen sempre foi um piloto extremamente rápido e em 1995 esteve perto da morte num acidente no Grande Prêmio da Austrália, sendo salvo por uma traqueostomia. Depois de lutar, com sua McLaren com problemas de confiabilidade, contra a Ferrari de Michael Schumacher em 2000 e 2001, Häkkinen, desmotivado, não disputou a temporada de 2002 e anunciou sua aposentadoria permanente durante a temporada. No ano de 2000, porém, o finlandês protagonizou uma das mais belas ultrapassagens da história da Fórmula 1, ocorrida na Bélgica em cima de Michael Schumacher. Com uma bela manobra pela esquerda e aproveitando a presença do retardatário Ricardo Zonta, da BAR, Hakkinen ultrapassou Schumacher com maestria. Em novembro de 2004, foi anunciado que Häkkinen pilotaria pela Mercedes na categoria alemã de turismo (DTM), em 2005, permanecendo até 2007. Em 2007 Mika anunciou sua aposentadoria das pistas.(Wikipédia). Estatísticas de Mika Häkkinen: GPs: 165. Largadas: 161. Títulos: 2. Vitórias: 20. Poles: 26. Pódios: 51. Pontos: 420. Volta + Rápidas: 25. Voltas: 7720. Voltas como líder: 1488.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Décimo Quinto

Lewis Hamilton. Lewis Carl Davidson Hamilton (Stevenage, 7 de janeiro de 1985) é um piloto de automóveis britânico de Fórmula 1, campeão mundial desta categoria em 2008. Em 2005, foi campeão da Fórmula 3 Europeia, tendo como companheiro de equipe o piloto brasileiro Átila Abreu. No ano seguinte competiu na GP2 no lugar do campeão Nico Rosberg, consagrando-se campeão da categoria no mesmo ano. Em seu primeiro GP na categoria, o GP da Austrália, conseguiu um terceiro lugar. A sua primeira vitória foi no Grande Prémio do Canadá de 2007. Nesta temporada, teve problemas com seu companheiro de equipe, Fernando Alonso, que acusava a equipe de favorecer o piloto britânico. Hamilton estava com o título da temporada 2007 nas mãos, porém, ele cometeu erros nas duas últimas corridas e o campeão foi Kimi Räikkönen. Mesmo com a perda do título por apenas um ponto, graças ao jogo de equipe da Ferrari em Interlagos, sua performance foi considerada acima da média para um estreante da Fórmula Em janeiro de 2008, a McLaren renovou o contrato de Hamilton, estendendo-o até 2012. Nesse mesmo ano, Lewis Hamilton falou que seu sonho sempre foi pilotar uma McLaren e que pretendia fazer toda sua carreira nesta equipe. Hamilton consagrou-se campeão Mundial da temporada de 2008 ao ficar em quinto lugar no Grande Prêmio do Brasil de 2008. A disputa só foi decidida na última volta do GP do Brasil, em Interlagos, onde Hamilton, que tinha perdido a posição para Vettel, recuperou a mesma ao ultrapassar Timo Glock. Hamilton entrou para a história como o mais novo campeão de todos os tempos, aos 23 anos, além de ser o primeiro negro campeão na Fórmula 1. Estatísticas de Lewis Hamilton: GPs: 110 Títulos: 1 Vitórias: 21 Poles: 26 Pódios: 49 Pontos: 913 Volta + Rápidas: 12 Voltas: 6064 Voltas como líder: 1276. (Wikipédia)

domingo, 6 de janeiro de 2013

Décimo Sexto.

Nelson Piquet Souto Maior. Piquet nasceu no Rio de Janeiro e viveu grande parte de sua infância e juventude na recém-inaugurada capital Brasília. É filho do médico pernambucano Estácio Gonçalves Souto Maior, ex-ministro da saúde, que não aprovava sua carreira automobilística; por isso, Nelson usava o nome de solteira de sua mãe, a dona de casa pernambucana Clotilde Piquet, escrito erroneamente como "Piket" no início da carreira, para esconder sua identidade. Sua mãe faleceu em agosto de 2007 aos 84 anos de idade. O pai gostaria que o filho fosse tenista profissional, tendo inclusive o presenteado com uma bolsa numa escola em Atlanta, nos Estados Unidos. Nelson chegou a ser premiado como um bom tenista, porém não achava o esporte suficientemente excitante para que dedicasse a este sua carreira. Ainda assim, o gosto pelo tênis o fez adotar como desenho de seu capacete uma bola de tênis estilizada. Nelson cursou engenharia mecânica na UnB até o terceiro período. Após anos de carreira, Nelson resolveu abandonar as competições, Piquet dedicou-se à carreira empresarial. Fundou em Brasília a empresa Autotrac, pioneira no país em monitoramento de caminhões de carga, e também uma rede de lojas de pneus Pirelli, a Piquet Pneus, que já foi vendida, e uma revenda de automóveis da BMW (Piquet BMW) que também já foi vendida. Em 1995 arrendou o autódromo de Brasília, que leva seu nome, e criou uma categoria de carros esporte-protótipo, com mecânica de Fusca e motores BMW baseada em carros que eram usados em corridas no estado do Ceará, chamada Espron. Seu amigo pessoal, Marcello Prado (Vice-Presidente Executivo da BMW Brasil), além dos motores, lhe cedeu um veículo BMW 318 e Nelson Piquet com sua incrível criatividade e técnica, usou o veículo como molde para copiar o BMW em fibra de vidro para a categoria Espron. Ostentando o logo da BMW em todos os carros da categoria e pela sua forte influência sobre o público jovem da classe "A", a categoria Espron foi um excelente veículo de merchandising para a marca BMW, que na época instalava sua filial brasileira. Com a expiração do arrendamento do autódromo a administração do mesmo foi devolvida ao Governo do Distrito Federal. Após desentendimentos com a Confederação Brasileira de Automobilismo - CBA, Piquet também tentou fundar uma entidade paralela, a Liga Independente de Automobilismo - LIA, que não vingou. Em meados dos anos 2000, o tricampeão passou a se dedicar principalmente a gerenciar a carreira do filho, Nelson Ângelo Piquet, tanto que, em 2004, Piquet pensou em voltar a correr. Desta vez na GP2, sendo companheiro de seu próprio filho em sua equipe na categoria. Nelson tem sete filhos: Geraldo Piquet (nascido a 17 de Novembro de 1977) de seu casamento com Maria Clara; Nelson Angelo Piquet (nascido a 25 de Junho de 1985), Kelly Piquet (nascido a 7 de Dezembro de 1988), e Julia Piquet (nascido a 8 de Maio de 1992) de seu casamento com Sylvia Tamsma; Pedro Estacio Piquet (nascido em 1999) e Marco Piquet (nascido em 2000) de seu casamento com Viviane de Souza Leão; e Laszlo Piquet cuja mãe é Katherine Valentin.Piquet começou a carreira no kart aos 14 anos onde foi campeão brasileiro em 1971 e 1972. e em 1976 foi campeão da Fórmula Super-Vê. No ano seguinte tentou a sorte na Europa, seguindo o caminho aberto por Emerson Fittipaldi. Participando de algumas das provas do Campeonato Europeu de Fórmula 3, terminou em terceiro, com duas vitórias, atrás do italiano Piercarlo Ghinzani e do sueco Anders Olofsson. Em 1978, na Fórmula 3 inglesa, sagrou-se campeão e quebrou o recorde de Jackie Stewart de maior número de vitórias numa temporada. Sua estreia na Fórmula 1 aconteceu em um teste oferecido pela já extinta equipe BS Fabrications, de Bob Sparshott, que tinha um McLaren M23. Pouco tempo depois, ainda em 1978, Piquet estreou de fato em uma corrida, o Grande Prêmio da Alemanha, em Hockenheimring, com um carro alugado da equipe Ensign. Neste ano, disputaria outros três GPs com o McLaren da BS Fabrications. Com o carro da pequena equipe inglesa, abandonou na Holanda e na Áustria, terminando em nono lugar na Itália, na corrida em que morreu o piloto sueco Ronnie Peterson. De toda forma, o brasileiro já era visto por muitos como uma promessa - sua aparição meteórica rendeu elogios e uma profecia certeira do chefe de equipe da BS Fabrications, David Simms. "Aposto meu dinheiro, com quem quiser, que Nelson Piquet será campeão mundial em três anos." No GP do Canadá, já fazia a sua estreia pela Brabham, com um terceiro carro da equipe então comandada por Bernie Ecclestone.3 títulos mundiais de Fórmula 1 em (1981, 1983 e 1987) Números:Temporadas na F-1: 13 GPs iniciados: 204 Pódios: 60 Vitórias: 23 Pole positions: 24 Melhores voltas: 23 Pontos marcados: 481,5 Quilômetros percorridos: 45.455 Liderou 56 GPs, em 1572 voltas e 7.465 km Completou 121 GPs. (Wikipédia)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Décimo Sétimo.

Emerson Fittipaldi (Brasil) É um dos mais vitoriosos automobilistas brasileiros da história, e foi o primeiro brasileiro a se tornar campeão mundial de Fórmula 1 e em categorias de ponta no automobilismo internacional, abrindo portas para vários compatriotas. Fittipaldi foi bicampeão da Fórmula 1 em 1972 e 1974, campeão da CART (Fórmula Indy) em 1989 e bicampeão das 500 milhas de Indianápolis em 1989 e 1993. Início: Emerson é filho de mãe polonêsa e pai brasileiro, o jornalista Wilson Fittipaldi. Em 1964, ele foi notado a primeira vez em Interlagos, quando brigou com o diretor da prova que o impedia de entrar na ambulância que levava seu irmão Wilson, logo após ele ter sofrido um acidente em sua berlineta da Equipe Willys. Nesse mesmo ano Emerson se tornou piloto e começou a competir de kart, estreando com uma vitória em Santo André (SP), no dia 12 de abril. Terminou o campeonato em nono lugar. Sagrar-se-ia campeão paulista em 1965, quando estreou no automobilismo, dirigindo um Renault 1093, numa corrida na Ilha do Fundão pelo Campeonato Carioca. Ali sofreria também o seu primeiro acidente. Em 1966, o irmão Wilson teve uma experiência internacional na Fórmula 3, correndo na Argentina, mas apesar de prometido não conseguiu um carro para as corridas na Europa e voltou ao Brasil. Wilson resolveu construir carros de fórmula conhecidos como Fórmula Vê. Emerson dominou o campeonato de Fórmula Vë de 1967, ganhando cinco das sete provas com o carro construído pelo irmão. Também voltou a ser campeão de kart. Os irmãos Fittipaldi construiriam ainda um Fittiporsche e Emerson ganhou a II Cem Milhas de Kart em Piracicaba, disputada em 1968. Mas a categoria brasileira estava em crise e Emerson resolveu tentar a sorte na Europa. Iriam com ele os pilotos Luiz Bueno e Ricardo Achcar (que já havia vencido naquele mesmo ano na Inglaterra com um carro alugado), mas acabaram desistindo. A última vitória de Emerson no Brasil antes de viajar foi nas 12 Horas de Porto Alegre, pilotando um Volks 1600 (em segundo, pilotando um Corcel, chegaria José Carlos Pace). Emerson teve a sua primeira corrida internacional em 7 de abril de 1969 na Holanda e três meses depois, após muitas vitórias na Fórmula Ford, ele estrearia na Fórmula 3 inglesa. Sagrou-se campeão da categoria aos 22 anos. Seu imenso talento foi notado por Colin Chapman, proprietário da equipe Lotus de Fórmula 1, que o contratou no ano seguinte para correr pela sua equipe.[2] Fórmula 1: A corrida de estreia foi no Grande Prêmio da Inglaterra, em Brands Hatch, mesmo largando nas últimas posições terminou a prova em oitavo. Três semanas depois, em Hockenheim, marcaria seus primeiros pontos, com um 4º lugar. No final daquele ano, em Monza, seu companheiro de equipe, o austríaco Jochen Rindt, pediu que Emerson amaciasse seu carro para a corrida do dia seguinte. O carro de Fittipaldi durante uma corrida em 1974. O Brasileiro, no carro de Rindt, sofreu um acidente destruindo o carro do companheiro impossibilitando a sua utilização na corrida. Como Rindt liderava o campeonato, o chefe da equipe deixou Emerson de fora da corrida e Jochen Rindt competiu com o carro dele, mas o piloto austríaco faleceu num acidente que poderia ter matado Fittipaldi. A Lotus, de luto, retirou-se por duas corridas e voltou no penúltimo GP da temporada, em Watkins Glen. Nesse dia, Emerson venceu sua primeira corrida e, ao mesmo tempo, impossibilitou seus adversários de alcançar a pontuação de Rindt, que assim sagrou-se campeão mundial postumamente. O ano de 1971 não viu vitórias de Emerson, embora sua atuação consistente lhe tenha garantido três pódios. Em 1972, com 5 vitórias, Fittipaldi tornou-se o campeão mundial mais jovem da história da Fórmula 1, com 25 anos, oito meses e 29 dias, recorde que manteve por mais de três décadas e que só foi quebrado em 2005, pelo piloto espanhol Fernando Alonso. Em 1973, Emerson venceu mais 3 corridas, no entanto perdeu o título para o escocês Jackie Stewart. O sucesso contribuiu fortemente para a entrada do Grande Prêmio do Brasil no calendário internacional no ano seguinte, no circuito de Interlagos. Ele mesmo venceu a corrida inaugural. Em 1974, o piloto brasileiro trocou a Lotus pela McLaren, e, com três vitórias (uma delas no Brasil), sagrou-se bicampeão do mundo. Ainda competitivo, venceu mais duas corridas pela mesma equipe no ano seguinte. Copersucar Fittipaldi: Em 1975, fundou, em parceria com o irmão, a equipe Fittipaldi, equipe inteiramente brasileira e que contou em boa parte de sua vida com o patrocínio da cooperativa brasileira de açúcar e álcool Coopersucar, nome pelo qual a equipe se tornou mais conhecida entre os brasileiros. O primeiro ano em sua própria equipe 1976 foi frustrante, com constantes abandonos. Em 1977, Emerson conquistou alguns resultados razoáveis, como três 4º lugares, mas foi em 1978 que ocorreu o grande momento de Emerson em sua própria equipe com o modelo F5A, ao terminar o Grande Prêmio do Brasil no circuito de Jacarepaguá em 2º lugar. A equipe teve dois 4º, 5º e um 6º lugar. Fechou o ano em 7º com 17 pontos. Grandes esperanças no campeonato de 1979. Na corrida de abertura, o piloto terminou o GP da Argentina em 6º lugar com o chassi do ano anterior, mas quando foi para o Fittipaldi F6, ele sofreu. O carro tem uma aparência estética muito bonita, mas tem um problema muito sério: o excesso de torção do chassis; o carro era difícl de controlar principalmente em curvas. Desentendimentos da equipe com o projetista culminou com um péssimo desempenho do carro no campeonato. Nenhum ponto conquistado com ele. O carro era alvo de gozações, e com isso, a Copersucar retirava o apoio à equipe. A partir de então houve um declínio técnico na equipe, e, ao final de 1980, no mesmo circuito de Watkins Glen onde vencera sua primeira prova, Emerson Fittipaldi retirou-se da Fórmula 1 como piloto; naquele ano, ele conseguiu o último pódium com o 3º lugar em Long Beach, tendo o compatriota Nelson Piquet, o vencedor, e conquistado a primeira vitória na categoria. Em 1981, Emerson Fittipaldi exerce a função de chefe de equipe e tendo como pilotos: o finlandês Keke Rosberg e o brasileiro Chico Serra. Com equipamentos de segunda linha e pouco dinheiro, e nenhum ponto para a equipe no campeonato. No campeonato de 1982, após seu piloto Chico Serra marcar um ponto no Grande Prêmio da Bélgica, sua equipe fechou as portas. Ao longo da carreira na Fórmula 1 foram 149 Grandes Prêmios, 14 vitórias, 6 pole positions, 6 melhores voltas, com um total de 276 pontos.(Wikipédia)

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Décimo oitavo

Jack Brabham. Origem: Wikipédia. Jack Brabham. Nome completo: John Arthur Brabham Nacionalidade Australiano Nascimento 2 de abril de 1926 Hurstville, Nova Gales do Sul Registros na Fórmula 1 Temporadas 1955-1970 Equipes Cooper, Rob Walker Racing Team, Brabham GPs disputados 128 (126 largadas) Títulos 3 (1959, 1960, 1966) Vitórias 14 Pódios 31 Pontos 253 Pole positions 13 Voltas mais rápidas 12 Primeiro GP Grande Prêmio da Inglaterra de 1955 Primeira vitória Grande Prêmio de Mônaco de 1959 Última vitória Grande Prêmio da África do Sul de 1970 Último GP Grande Prêmio do México de 1970 Sir John Arthur Brabham, OBE, ou simplesmente Jack Brabham, (Hurstville, 2 de abril de 1926) é um ex-automobilista australiano que venceu os campeonatos de Fórmula 1 em 1959, 1960 e 1966. Brabham é de uma segunda geração de australianos, filho de um dono de mercearia em Hurstville, perto de Sydney. Ele abandonou a escola aos 15 para trabalhar em uma oficina. Durante a Segunda Guerra Mundial, Brabham serviu na Royal Australian Air Force. Em 1946, abriu uma pequena oficina. Ele também corria de kart e na sua primeira temporada venceu o campeonato NSW e formou uma parceria com Ron Tauranac. Em 1955, estreou no Grande Prêmio da Inglaterra pilotando um Cooper. Em 1959 Brabham venceu o campeonato, feito que viria a repetir em 1960 novamente com a equipe Cooper. Brabham levou o Cooper vencedor do campeonato para o Indianapolis Motor Speedway para testes logo após a temporada de 1960 e competiu na Indianapolis 500 com uma versão modificada de um carro de Fórmula 1 em 1961. O carrinho engraçado da Europa foi ridicularizado pelas outras equipes, mas chegou a estar em terceiro e terminou a corrida em nono. Em 1961, o piloto australiano fundou a Brabham com Ron Tauranac. Pouco antes, havia sido colocada uma limitação na Fórmula 1, de 1500 cilindradas para os motores, o que não foi bom para Brabham, que não venceu nenhuma corrida com o novo carro. A primeira vitória da equipe veio em 1964 com Dan Gurney. Em 1966 a regra mudou para 3000 cc e Brabham, com um Repco-Brabham, venceu o campeonato novamente. Em 1967 o título veio com seu companheiro de equipe Denny Hulme. Em 1970 ele se aposentou e logo após parou completamente com as corridas, vendendo sua equipe para Tauranac antes de retornar para a Austrália. Os seus três filhos, Geoff, Gary e David, também foram pilotos de corrida. Jack Brabham tornou-se membro do International Motorsports Hall of Fame em 1990. Estatísticas de Jack Brabham: GPs 128 Largadas 126 Títulos 3 Vitórias 14 Poles 13 Pódios 31 Pontos 261 Volta + Rápidas 12 Voltas 6163 Voltas como líder 824

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

décimo nono.

Graham Hill.
Norman Graham Hill (Hampstead, 15 de fevereiro de 1929 — 29 de novembro de 1975) ou mais conhecido no mundo automobilístico como Graham Hill. Foi um piloto britânico nascido na Inglaterra bicampeão mundial de Fórmula 1 em 1962 e 1968. Esteve na categoria com 18 temporadas, entre 1958 à 1975. O piloto inglês foi o único piloto a ganhar a Tríplice Coroa do Automobilismo. Ele venceu o Grande Prêmio de Mônaco em 1963, 1964, 1965, 1968 e 1969, as 500 Milhas de Indianápolis em 1966 e as 24 Horas de Le Mans em 1972. Ele recebeu o apelido de Mr. Mônaco, em função das cinco vitórias na pista na década 60: (1963, 1964, 1965, 1968 e 1969 - sua última vitória na categoria). A sua marca foi superada 24 anos depois pelo brasileiro Ayrton Senna, que obteve a sexta em 1993. O seu sobrenome Hill não tem nenhum grau de parentesco com Phil Hill, piloto norte-americano campeão de F1 em 1961. Nascido em Hampstead, Londres, Graham ficou conhecido durante a parte final de sua carreira por sua inteligência e paciência. Ele iniciou sua carreira na Fórmula 1 aos 29 anos correndo pela Lotus. Depois de dois anos sem marcar sequer um ponto, entrou na BRM, e venceu seu primeiro campeonato em 1962. Ainda na BRM, ele foi vice-campeão em 1963, 1964 e 1965. Seu segundo título veio depois de voltar para a Lotus em 1968. Nesse mesmo ano, ele venceu o GP da Espanha com a Lotus patrocinada pela Gold Leaf, na primeira aparição de um carro estampado por uma empresa tabagista sem vínculo com o meio automobilístico. Graham sobreviveu a vários acidentes antes de se aposentar aos 46 anos e montar sua própria equipe, Embassy Hill na Fórmula 1. Sábado, 29 de Novembro de 1975, uma intensa neblina envolvia Londres, na Inglaterra, à noite. O pequeno avião bimotor particular, um Piper Aztec de matrícula norte-americana, solicitou autorização de pousar no aeroporto de Heatrow. A pista estava fechada. Tentou em Gatwich; também fechado. Como última opção, voou para o pequeno aeroporto de Elstree, em Barnet, 16 quilômetros ao norte de Londres, voando baixo e com uma visibilidade de 100 metros. No clube Arkley, um campo de golfe, a 3 quilômetros da pista, houve um choque com algumas árvores, a queda, a explosão. 6 pessoas morreram na hora. Entre elas, Graham Hill, 46 anos. Eram exatamente 18 horas e 30 minutos (hora de Brasília). O reconhecimento oficial fo feito através de sua ficha dentária. Os corpos, carbonizados, estavam irreconhecíveis. O avião vinha sob seu comando, de um voo que começara às 15 horas e 50 minutos (horário brasileiro). Na Europa, 18 horas e 30 minutos em Marselha, França, Graham Hill tinha passado o dia no autódromo de Paul Ricard, fazendo testes no novo carro de sua equipe. Dentro do avião estavam 5 membros da equipe, incluindo o engenheiro, três mecânicos e o piloto da equipe de F1 e compatriota de Hill, Tony Brise[1]. Graham era casado com Bette Hill em 1955 e deixou três filhos: Brigitte (mais velha), Damon Hill (do meio, quem depois tornou-se campeão mundial de Fórmula 1 em 1996, o único filho de campeão a também tornar-se um) e Samantha (caçula). Em 1990, Graham foi introduzido ao International Motorsports Hall of Fame. Estatísticas de Graham Hill GPs 179 Largadas 176 Títulos 2 Vitórias 14 Poles 13 Pódios 36 Pontos 289 Volta + Rápidas 10 Voltas 8791 Voltas como líder 1102 Fonte Wikipedia.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

vigésimo.

A BBC elegeu em 2012 os vinte melhores pilotos da História da Formula 1. Considero a Inglaterra o berço do Automobilismo, e respeito a lista abaixo. É uma homenagem a esses pilotos que se destacaram e merecem nossa admiração.
20º: Jochen Rindt (Áustria) Biografia: Jochen Rindt nasceu em Mainz, Alemanha, mas depois de seus pais terem morrido num bombardeio aliado durante a Segunda Guerra Mundial, ele foi viver com seus avós em Graz, Áustria, onde ele cresceu e começou a pilotar. Embora nunca tenha se naturalizado austríaco, pois permaneceu até o fim da vida com a cidadania alemã, optou por representar a Áustria. Apesar do grande sucesso na Fórmula 2 (vencendo em 1964, por exemplo, o London Trophy), Rindt teve um início inglório na Fórmula Um. Rindt estreou pela Rob Walker Racing Team em 1964, no Grande Prêmio da Áustria. Foi sua única corrida daquele ano. De 1965 a 1967, Rindt correu pela Cooper Car Company, conquistando 32 pontos em 29 corridas. Em 1968, Rindt pilotou pela Brabham, mas sua temporada não teve resultados expressivos, devido a problemas técnicos. Finalmente, em 1969, Rindt foi para a Lotus e lá obteve sucesso. Conquistou sua primeira vitória no Grande Prêmio dos Estados Unidos, em Watkins Glen. Rindt terminou o ano com 22 pontos, alcançando o quarto lugar do campeonato. A temporada de 1970 começou com vitória em Mônaco. Desde então, pilotando o ótimo Lotus 72, Rindt venceu mais quatro Grandes Prêmios naquele ano: (Holanda, França, Inglaterra e Alemanha). Durante os treinos para o Grande Prêmio da Itália, em Monza, Rindt sofreu forte acidente na curva Parabólica, devido provavelmente a um problema nos freios. Ele foi imediatamente levado em direção ao hospital, mas faleceu no caminho. Rindt, que já havia vencido cinco corridas na temporada, não foi alcançado pelos seus adversários e foi declarado campeão do mundo postumamente. Essa conquista póstuma foi assegurada por seu companheiro de equipe, Emerson Fittipaldi, que ganhou a prova seguinte em Watkins Glen, impedindo que o belga Jacky Ickx, que corria pela Ferrari, alcançasse uma soma maior de pontos que a já obtida pelo corredor austríaco. O carro que Jochen Rindt utilizou nesta corrida pertencia ao seu companheiro de equipe Emerson Fittipaldi, que no treino livre estava amaciando o motor do carro que seria utilizado por Jochen Rindt. Neste treino o carro estava sem as asas, e numa curva não conseguiu frear carro, pois passou do ponto de freada, saindo da pista e danificando por completo o carro. Ao voltar aos boxes e informando o que tinha acontecido a Colin Chapman, este resolve dar o carro que pertencia a Fittipaldi, para que Rindt corresse no dia seguinte. Estatísticas. 61 Grandes Prêmios 6 vitórias (Estados Unidos/1969, Mônaco/1970, Holanda/1970, França/1970, Inglaterra/1970 e Alemanha /1970) 13 pódios 21 corridas em que pontuou 10 pole positions 3 voltas mais rápidas 107 pontos marcados. Fonte.Wikipédia