quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Décimo.

Fernando Alonso Díaz (Oviedo, 29 de Julho de 1981) Foi campeão mundial pela Renault em 2005 e 2006. Filho de José Luis Alonso e Ana Díaz, dos quatro aos catorze anos estudou no Colégio de Santo Ángel de la Guarda, passando, depois, para o Instituto Leopoldo Alas Clarín de San Lázaro, onde permaneceu até 2000. Abandonou a escola por motivo das competições. O início de Alonso no mundo do automobilismo foi com três anos, quando seu pai lhe deu um kart que ele mesmo tinha construído. Um ano mais tarde obtém a licença oficial da Federação Espanhola. Em 1988, com sete anos, ele ganha o seu primeiro campeonato, ganhando as oito corridas que constavam do campeonato. Um ano mais tarde, em 1989, é campeão de kart das Astúrias e Galiza. Devido às mudanças de categoria, a família não poderia sustentar as despesas. Perto do abandono aparece Genís Marco, um importador de karts, que se encarregaria do financiamento: fornecer os karts e procurar patrocinadores. Acabou ele por tornar-se, também, um patrocinador. Em 1991, como cadete, é campeão das Astúrias e do País Basco. É campeão da Espanha em 1993 e 1994 como júnior, o que lhe permitiu competir no Campeonato Mundial no ano seguinte. Ficou com o terceiro lugar, sendo o campeão Kimi Räikkönen, que viria a ser seu adversário na Fórmula 1. Em 1996 torna-se campeão da Espanha, do Troféu Festival de Itália, do Grande Prêmio de Marlboro e do Campeonato Mundial de Juniores. No anos seguintes torna-se campeão da Espanha, Itália e da Europa na Categoria Internacional A. Em 1998 volta a ganhar o Campeonato da Espanha, o Troféu Paris-Bercy, a Indústria de Itália e o Open Ford. Na F1, ficou conhecido por seu difícil caráter, competitividade extrema e envolvimento em diversas polêmicas, como a que acabou abreviando a carreira na formula 1 do novato Nelsinho Piquet. Fórmula 1 Em 1999 entra "nesse mundo" quando o ex-piloto da Minardi Adrián Campos passa a ser seu Manager. Substitui Marc Gené na Fórmula Nissan. Alonso conquista nove pole positions, oito voltas mais rápidas e seis vitórias. Torna-se vencedor do campeonato Euro Open Movistar. Da Fórmula Nissan passa para a Fórmula 3000, na equipe Astromega (ganhando o Grande Prêmio da Bélgica e chegando em segundo no Grande Prêmio da Hungria, no ano da estreia). Passa para a Fórmula 1 (pela equipe Renault), mas é cedido à Minardi como piloto de testes. Estreou na Minardi no Grande Prêmio da Austrália, em 2001, e torna-se o terceiro mais novo a fazê-lo. Em 2002, Flavio Briatore acaba com a cessão à Minardi e coloca-o como piloto de testes na própria equipe que dirige. Um ano mais tarde já é o piloto oficial da Renault. Em 22 de Março de 2003, com vinte um anos, sete meses e vinte e dois dias, no Grande Prêmio da Malásia, tornou-se o piloto mais jovem a conseguir uma pole position (marca que foi batida por Sebastian Vettel no Grande Prêmio da Itália de 2008) e, é o primeiro piloto espanhol a subir ao pódio. Alonso também consegue ser o piloto mais novo a ganhar um grande prêmio, o Grande Prêmio da Hungria, com vinte e dois anos e vinte e seis dias (marca que também foi batida por Sebastian Vettel no Grande Prêmio da Itália de 2008). Também em 2003, Fernando Alonso sofre um grave acidente no Grande Prêmio do Brasil, mas sem consequências: seu carro bateu a mais de duzentos e oitenta km/h nos destroços do carro de Mark Webber e, logo em seguida, bateu com muita força no muro, em plena reta dos boxes de Interlagos. Títulos mundiais Em 20 de Março de 2005, no Grande Prêmio da Malásia, consegue a sua segunda vitória e torna-se o primeiro piloto espanhol a liderar o mundial de Fórmula 1. Em 25 de Setembro de 2005, no Grande Prêmio do Brasil, Alonso sagrou-se o mais jovem campeão da história da Fórmula 1, com vinte e quatro anos e cinquenta e seis dias, derrubando o recorde anterior de Emerson Fittipaldi, campeão com vinte e quatro anos, oito meses e vinte e nove dias. Na temporada de 2006, Fernando Alonso conquista seu segundo título mundial, também no Grande Prêmio do Brasil, chegando na segunda colocação da corrida, no dia em que Michael Schumacher fez a sua ultima corrida na Fórmula 1. Em 2007, após conquistar dois títulos mundiais pela Renault, o piloto espanhol transferiu-se para a McLaren, com o status de primeiro piloto. Porém, passou a enfrentar problemas dentro da própria equipe, graças aos excepcionais resultados do estreante piloto inglês Lewis Hamilton, que logo nas primeiras corridas obteve bons desempenho.Ferrari: Em 30 de setembro de 2009, Alonso foi anunciado como novo piloto da italiana Ferrari para a temporada de 2010, assinando um contrato de três temporadas. Atualmente, o próprio Fernando descreveu sua fase na escuderia italiana como a "melhor de sua vida". No fim de 2011, o espanhol renovou o contrato com a equipe até o fim de 2016. Já foi eleito por muitos pilotos formados o melhor piloto do grid, e um dos 5 maiores da história. Estatísticas de Fernando Alonso: GPs: 198. Largadas: 197. Títulos: 2. Vitórias: 30. Poles: 22. Pódios: 86. Pontos: 1364. Volta + Rápidas: 19. Voltas: 10925. Voltas como líder: 1645. (Wikipédia)

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Décimo Primeiro.

Alberto Ascari (Milão, 13 de julho de 1918 — Monza, 26 de maio de 1955) foi um piloto de fórmula 1 e uma das primeiras estrelas da Ferrari. Nascido em Milão, Itália, Ascari tinha a velocidade nas suas veias, seu pai Antonio Ascari foi um talentoso piloto nos anos 1920, correndo com Alfa Romeos. Antonio morreu enquanto liderava o Grande Prêmio da França em 1925 mas o jovem Ascari tinha interesse em corridas ao invés de ódio. Ele pilotou motocicletas no princípio de sua carreira; foi depois que ele entrou na prestigiada Mille Miglia num carro esporte da Ferrari que ele começou a pilotar veículos de quatro rodas. Sua carreira de piloto foi interrompida durante a Segunda Guerra Mundial, depois começou a correr Grandes Prêmios com a Maserati. Seu companheiro de equipe Luigi Villoresi, que foi mentor e amigo de Alberto. Ele venceu seu primeiro Grande Prêmio em San Remo, Itália em 1948 e venceu outra corrida no ano seguinte pela mesma equipe. Seu maior sucesso depois de se juntar a Villoresi na Ferrari; ele venceu mais três corridas. A primeira temporada oficial de Fórmula 1 começou em 1950 e a Ferrari estreou em Monte Carlo com Ascari, Villoresi e o popular piloto francês Raymond Sommer na equipe. Ascari terminou em segundo na corrida e depois no ano compartilhou o segundo lugar na primeira corrida em Monza. Ele foi apenas o quinto no campeonato. Ele venceu sua primeira corrida de F1 na temporada seguinte, em 1951 em Nurburgring e venceu também em Monza, terminando em 2º atrás do argentino Juan Manuel Fangio. Devido ao sucesso na Europa, Enzo Ferrari forneceu um carro a Alberto para a Indianapolis 500 em 1952. Ascari foi o único piloto europeu a correr na Indy em 11 anos de Fórmula 1, mas seu dia acabou em 40 voltas. Aquela foi a única vez que ele não venceu um corrida de F1 naquela temporada. A Ferrari de Ascari dominou em 1952, vencendo todas as seis corridas na Europa daquela temporada e tendo a volta mais rápida em todas as corridas. Ele quase marcou a quantidade máxima de pontos que um piloto podia conseguir. Ele venceu mais três corridas consecutivas no começo da temporada de 1953, dando a ele nove vitórias consecutivas (não contando a Indy) antes do término da série quando terminou em quarto na França, esta que foi uma corrida muito disputada. Ele venceu mais duas vezes no ano dando-lhe mais um título mundial. Ascari não continuou em 1954 devido a não finalizar quatro corridas, embora ele tenha vencido em Mille Miglia. Sua temporada de 1955 começou de maneira similar, abandonando duas vezes, o último foi um espetacular acidente em Mônaco onde ele bateu dentro do porto depois de passar por uma chicane. Uma semana depois, em 26 de Maio, ele foi a Monza para testar um carro esporte Ferrari e bateu em uma das curvas. Ele morreu no acidente, uma morte que ainda é um tanto misteriosa. A curva onde o acidente aconteceu ganhou seu nome, a Variante Ascari.Alberto Ascari está enterrado próximo a seu pai no Cimitero Monumentale em Milão. Em 1992, ele foi indicado para o International Motorsports Hall of Fame. Ascari é considerado o melhor piloto italiano de todos os tempos, seguido de Nino Farina. Além de ter sido o mais duro rival de Juan Manuel Fangio. Alberto venceu 47 de 56 corridas internacionais das quais participou. Estatísticas de Alberto Ascari: GPs: 32. Títulos: 2. Vitórias: 13. Poles: 14. Pódios: 17. Pontos: 139.14. Volta + Rápidas: 12. Voltas: 1691. Voltas como líder: 926. (Wikipédia)

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Décimo Segundo.

Gilles Villeneuve Joseph Gilles Henri Villeneuve, mais conhecido como Gilles Villeneuve , (Berthierville, 18 de janeiro de 1950 — Leuven, 9 de maio de 1982) é considerado um dos melhores pilotos de toda a história da Fórmula 1, apesar de ter obtido apenas seis vitórias em 67 corridas disputadas na sua passagem pela categoria, entre 1977 à 1982. Villeneuve nasceu em Quebec. Era filho de um afinador de pianos e estreou no automobilismo em 1975, após uma breve e vitoriosa carreira como piloto de snowmobile em campeonatos de seu país. Foi campeão canadense e norte-americano de Fórmula Atlantic, em 1976, e repetiu o título canadense em 1977. Neste ano, em uma corrida no circuito de Trois Riviere que contou com a presença de pilotos da Fórmula 1, derrotou e impressionou positivamente o então campeão mundial, o inglês James Hunt, o que lhe rendeu um convite para disputar o Grande Prêmio da Inglaterra, em Silverstone, com um terceiro carro da equipe McLaren. Nesta prova, com um velho McLaren M23 — mesmo modelo com que o brasileiro Emerson Fittipaldi vencera o campeonato de 1974 —, Gilles largou na 9ª posição, entre os pilotos oficiais da equipe, Hunt e o alemão Jochen Mass, porém problemas mecânicos o atrasaram e o canadense terminou a corrida em 11º lugar. A McLaren não convidou mais Gilles para as provas seguintes, mas a sua já crescente reputação e seu estilo arrojado lhe renderam um convite para ser piloto da equipe Ferrari, ainda em 1977, para ser companheiro do argentino Carlos Reutemann. Gilles é muito lembrado pelo seu lendário duelo no Grande Prêmio da França de 1979 contra o piloto francês René Arnoux da Renault. O arrojo de ambos os pilotos nesse confronto foi tão grande que René e Gilles chegaram a ficar lado a lado em uma mesma curva a mais de 150 Km/h, Após sucessivas ultrapassagens de ambos os pilotos, Gilles Villeneuve venceria o confronto e receberia a bandeirada em segundo, seguido do próprio Arnoux em terceiro. Após a corrida o francês diria uma frase marcante: "Ele me venceu, mas isso não me preocupa, pois sei que fui vencido pelo melhor piloto do mundo". Estatísticas de Gilles Villeneuve GPs: 68. Largadas: 67. Títulos: 0. Vitórias: 6. Poles: 2. Pódios: 13. Pontos: 107. Volta + Rápidas: 8. Voltas: 3282. Voltas como líder: 534. (Wikipédia)

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Décimo Terceiro.

Nigel Ernest James Mansell, CBE (Upton-upon-Severn, 8 de agosto de 1953) é ex-piloto de Fórmula 1, campeão do mundo de 1992. Conhecido pelo estilo arrojado, Nigel Mansell, muito por essa forma agressiva de dirigir, notabilizou-se também pelo fato de não ter tido muita sorte na Fórmula 1, posto que, em várias ocasiões, algumas até com o título praticamente assegurado, acidentava-se. Assim, Mansell celebrou-se como um dos pilotos que mais dividiram opiniões em seu tempo: ao mesmo tempo em que haviam os que o admiravam pela ousadia e ímpeto, capaz de ofertar belíssimas exibições, outros o consideravam um automobilista pouco esperto, sujeito a cometer erros homéricos. Após a conquista em 1992, sagra-se campeão na Fórmula Indy no ano de 1993, e primeiro piloto a conquistar o título em sua estréia na categoria. Atualmente Mansell é casado com Rosanne. Mora em Jersey, juntamente com sua filha Chloe, e seus dois filhos, Leo e Greg, que também são automobilistas, e disputaram a Fórmula 3 britânica, em 2006. Estatísticas de Nigel Mansell GPs. 192. Largadas. 187. Títulos. 1. Vitórias. 31. Poles. 32. Pódios. 59. Pontos. 482. Volta + Rápidas. 30. Voltas. 8750. Voltas como líder. 2089.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Décimo Quarto.

Mika Pauli Häkkinen (Vantaa, 28 de Setembro de 1968) Conquistou dois títulos mundiais na Fórmula Um, onde teve grande rivalidade com Michael Schumacher. iniciou no kart com cinco anos, vencendo sucessivamente os campeonatos regional e nacional antes de se transferir para os carros maiores. com a Em 1990 venceu o campeonato de Fórmula 3 inglesa em 1990, despertando o interesse dos dirigentes da Lotus. Em 1991 foi contratado para correr na Fórmula 1 pela equipe Lotus. Trocou a Lotus pela McLaren em 1993. Após passar por uma sucessão de decepções com a McLaren, conquistou os campeonatos de 1998 e 1999. Häkkinen sempre foi um piloto extremamente rápido e em 1995 esteve perto da morte num acidente no Grande Prêmio da Austrália, sendo salvo por uma traqueostomia. Depois de lutar, com sua McLaren com problemas de confiabilidade, contra a Ferrari de Michael Schumacher em 2000 e 2001, Häkkinen, desmotivado, não disputou a temporada de 2002 e anunciou sua aposentadoria permanente durante a temporada. No ano de 2000, porém, o finlandês protagonizou uma das mais belas ultrapassagens da história da Fórmula 1, ocorrida na Bélgica em cima de Michael Schumacher. Com uma bela manobra pela esquerda e aproveitando a presença do retardatário Ricardo Zonta, da BAR, Hakkinen ultrapassou Schumacher com maestria. Em novembro de 2004, foi anunciado que Häkkinen pilotaria pela Mercedes na categoria alemã de turismo (DTM), em 2005, permanecendo até 2007. Em 2007 Mika anunciou sua aposentadoria das pistas.(Wikipédia). Estatísticas de Mika Häkkinen: GPs: 165. Largadas: 161. Títulos: 2. Vitórias: 20. Poles: 26. Pódios: 51. Pontos: 420. Volta + Rápidas: 25. Voltas: 7720. Voltas como líder: 1488.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Décimo Quinto

Lewis Hamilton. Lewis Carl Davidson Hamilton (Stevenage, 7 de janeiro de 1985) é um piloto de automóveis britânico de Fórmula 1, campeão mundial desta categoria em 2008. Em 2005, foi campeão da Fórmula 3 Europeia, tendo como companheiro de equipe o piloto brasileiro Átila Abreu. No ano seguinte competiu na GP2 no lugar do campeão Nico Rosberg, consagrando-se campeão da categoria no mesmo ano. Em seu primeiro GP na categoria, o GP da Austrália, conseguiu um terceiro lugar. A sua primeira vitória foi no Grande Prémio do Canadá de 2007. Nesta temporada, teve problemas com seu companheiro de equipe, Fernando Alonso, que acusava a equipe de favorecer o piloto britânico. Hamilton estava com o título da temporada 2007 nas mãos, porém, ele cometeu erros nas duas últimas corridas e o campeão foi Kimi Räikkönen. Mesmo com a perda do título por apenas um ponto, graças ao jogo de equipe da Ferrari em Interlagos, sua performance foi considerada acima da média para um estreante da Fórmula Em janeiro de 2008, a McLaren renovou o contrato de Hamilton, estendendo-o até 2012. Nesse mesmo ano, Lewis Hamilton falou que seu sonho sempre foi pilotar uma McLaren e que pretendia fazer toda sua carreira nesta equipe. Hamilton consagrou-se campeão Mundial da temporada de 2008 ao ficar em quinto lugar no Grande Prêmio do Brasil de 2008. A disputa só foi decidida na última volta do GP do Brasil, em Interlagos, onde Hamilton, que tinha perdido a posição para Vettel, recuperou a mesma ao ultrapassar Timo Glock. Hamilton entrou para a história como o mais novo campeão de todos os tempos, aos 23 anos, além de ser o primeiro negro campeão na Fórmula 1. Estatísticas de Lewis Hamilton: GPs: 110 Títulos: 1 Vitórias: 21 Poles: 26 Pódios: 49 Pontos: 913 Volta + Rápidas: 12 Voltas: 6064 Voltas como líder: 1276. (Wikipédia)

domingo, 6 de janeiro de 2013

Décimo Sexto.

Nelson Piquet Souto Maior. Piquet nasceu no Rio de Janeiro e viveu grande parte de sua infância e juventude na recém-inaugurada capital Brasília. É filho do médico pernambucano Estácio Gonçalves Souto Maior, ex-ministro da saúde, que não aprovava sua carreira automobilística; por isso, Nelson usava o nome de solteira de sua mãe, a dona de casa pernambucana Clotilde Piquet, escrito erroneamente como "Piket" no início da carreira, para esconder sua identidade. Sua mãe faleceu em agosto de 2007 aos 84 anos de idade. O pai gostaria que o filho fosse tenista profissional, tendo inclusive o presenteado com uma bolsa numa escola em Atlanta, nos Estados Unidos. Nelson chegou a ser premiado como um bom tenista, porém não achava o esporte suficientemente excitante para que dedicasse a este sua carreira. Ainda assim, o gosto pelo tênis o fez adotar como desenho de seu capacete uma bola de tênis estilizada. Nelson cursou engenharia mecânica na UnB até o terceiro período. Após anos de carreira, Nelson resolveu abandonar as competições, Piquet dedicou-se à carreira empresarial. Fundou em Brasília a empresa Autotrac, pioneira no país em monitoramento de caminhões de carga, e também uma rede de lojas de pneus Pirelli, a Piquet Pneus, que já foi vendida, e uma revenda de automóveis da BMW (Piquet BMW) que também já foi vendida. Em 1995 arrendou o autódromo de Brasília, que leva seu nome, e criou uma categoria de carros esporte-protótipo, com mecânica de Fusca e motores BMW baseada em carros que eram usados em corridas no estado do Ceará, chamada Espron. Seu amigo pessoal, Marcello Prado (Vice-Presidente Executivo da BMW Brasil), além dos motores, lhe cedeu um veículo BMW 318 e Nelson Piquet com sua incrível criatividade e técnica, usou o veículo como molde para copiar o BMW em fibra de vidro para a categoria Espron. Ostentando o logo da BMW em todos os carros da categoria e pela sua forte influência sobre o público jovem da classe "A", a categoria Espron foi um excelente veículo de merchandising para a marca BMW, que na época instalava sua filial brasileira. Com a expiração do arrendamento do autódromo a administração do mesmo foi devolvida ao Governo do Distrito Federal. Após desentendimentos com a Confederação Brasileira de Automobilismo - CBA, Piquet também tentou fundar uma entidade paralela, a Liga Independente de Automobilismo - LIA, que não vingou. Em meados dos anos 2000, o tricampeão passou a se dedicar principalmente a gerenciar a carreira do filho, Nelson Ângelo Piquet, tanto que, em 2004, Piquet pensou em voltar a correr. Desta vez na GP2, sendo companheiro de seu próprio filho em sua equipe na categoria. Nelson tem sete filhos: Geraldo Piquet (nascido a 17 de Novembro de 1977) de seu casamento com Maria Clara; Nelson Angelo Piquet (nascido a 25 de Junho de 1985), Kelly Piquet (nascido a 7 de Dezembro de 1988), e Julia Piquet (nascido a 8 de Maio de 1992) de seu casamento com Sylvia Tamsma; Pedro Estacio Piquet (nascido em 1999) e Marco Piquet (nascido em 2000) de seu casamento com Viviane de Souza Leão; e Laszlo Piquet cuja mãe é Katherine Valentin.Piquet começou a carreira no kart aos 14 anos onde foi campeão brasileiro em 1971 e 1972. e em 1976 foi campeão da Fórmula Super-Vê. No ano seguinte tentou a sorte na Europa, seguindo o caminho aberto por Emerson Fittipaldi. Participando de algumas das provas do Campeonato Europeu de Fórmula 3, terminou em terceiro, com duas vitórias, atrás do italiano Piercarlo Ghinzani e do sueco Anders Olofsson. Em 1978, na Fórmula 3 inglesa, sagrou-se campeão e quebrou o recorde de Jackie Stewart de maior número de vitórias numa temporada. Sua estreia na Fórmula 1 aconteceu em um teste oferecido pela já extinta equipe BS Fabrications, de Bob Sparshott, que tinha um McLaren M23. Pouco tempo depois, ainda em 1978, Piquet estreou de fato em uma corrida, o Grande Prêmio da Alemanha, em Hockenheimring, com um carro alugado da equipe Ensign. Neste ano, disputaria outros três GPs com o McLaren da BS Fabrications. Com o carro da pequena equipe inglesa, abandonou na Holanda e na Áustria, terminando em nono lugar na Itália, na corrida em que morreu o piloto sueco Ronnie Peterson. De toda forma, o brasileiro já era visto por muitos como uma promessa - sua aparição meteórica rendeu elogios e uma profecia certeira do chefe de equipe da BS Fabrications, David Simms. "Aposto meu dinheiro, com quem quiser, que Nelson Piquet será campeão mundial em três anos." No GP do Canadá, já fazia a sua estreia pela Brabham, com um terceiro carro da equipe então comandada por Bernie Ecclestone.3 títulos mundiais de Fórmula 1 em (1981, 1983 e 1987) Números:Temporadas na F-1: 13 GPs iniciados: 204 Pódios: 60 Vitórias: 23 Pole positions: 24 Melhores voltas: 23 Pontos marcados: 481,5 Quilômetros percorridos: 45.455 Liderou 56 GPs, em 1572 voltas e 7.465 km Completou 121 GPs. (Wikipédia)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Décimo Sétimo.

Emerson Fittipaldi (Brasil) É um dos mais vitoriosos automobilistas brasileiros da história, e foi o primeiro brasileiro a se tornar campeão mundial de Fórmula 1 e em categorias de ponta no automobilismo internacional, abrindo portas para vários compatriotas. Fittipaldi foi bicampeão da Fórmula 1 em 1972 e 1974, campeão da CART (Fórmula Indy) em 1989 e bicampeão das 500 milhas de Indianápolis em 1989 e 1993. Início: Emerson é filho de mãe polonêsa e pai brasileiro, o jornalista Wilson Fittipaldi. Em 1964, ele foi notado a primeira vez em Interlagos, quando brigou com o diretor da prova que o impedia de entrar na ambulância que levava seu irmão Wilson, logo após ele ter sofrido um acidente em sua berlineta da Equipe Willys. Nesse mesmo ano Emerson se tornou piloto e começou a competir de kart, estreando com uma vitória em Santo André (SP), no dia 12 de abril. Terminou o campeonato em nono lugar. Sagrar-se-ia campeão paulista em 1965, quando estreou no automobilismo, dirigindo um Renault 1093, numa corrida na Ilha do Fundão pelo Campeonato Carioca. Ali sofreria também o seu primeiro acidente. Em 1966, o irmão Wilson teve uma experiência internacional na Fórmula 3, correndo na Argentina, mas apesar de prometido não conseguiu um carro para as corridas na Europa e voltou ao Brasil. Wilson resolveu construir carros de fórmula conhecidos como Fórmula Vê. Emerson dominou o campeonato de Fórmula Vë de 1967, ganhando cinco das sete provas com o carro construído pelo irmão. Também voltou a ser campeão de kart. Os irmãos Fittipaldi construiriam ainda um Fittiporsche e Emerson ganhou a II Cem Milhas de Kart em Piracicaba, disputada em 1968. Mas a categoria brasileira estava em crise e Emerson resolveu tentar a sorte na Europa. Iriam com ele os pilotos Luiz Bueno e Ricardo Achcar (que já havia vencido naquele mesmo ano na Inglaterra com um carro alugado), mas acabaram desistindo. A última vitória de Emerson no Brasil antes de viajar foi nas 12 Horas de Porto Alegre, pilotando um Volks 1600 (em segundo, pilotando um Corcel, chegaria José Carlos Pace). Emerson teve a sua primeira corrida internacional em 7 de abril de 1969 na Holanda e três meses depois, após muitas vitórias na Fórmula Ford, ele estrearia na Fórmula 3 inglesa. Sagrou-se campeão da categoria aos 22 anos. Seu imenso talento foi notado por Colin Chapman, proprietário da equipe Lotus de Fórmula 1, que o contratou no ano seguinte para correr pela sua equipe.[2] Fórmula 1: A corrida de estreia foi no Grande Prêmio da Inglaterra, em Brands Hatch, mesmo largando nas últimas posições terminou a prova em oitavo. Três semanas depois, em Hockenheim, marcaria seus primeiros pontos, com um 4º lugar. No final daquele ano, em Monza, seu companheiro de equipe, o austríaco Jochen Rindt, pediu que Emerson amaciasse seu carro para a corrida do dia seguinte. O carro de Fittipaldi durante uma corrida em 1974. O Brasileiro, no carro de Rindt, sofreu um acidente destruindo o carro do companheiro impossibilitando a sua utilização na corrida. Como Rindt liderava o campeonato, o chefe da equipe deixou Emerson de fora da corrida e Jochen Rindt competiu com o carro dele, mas o piloto austríaco faleceu num acidente que poderia ter matado Fittipaldi. A Lotus, de luto, retirou-se por duas corridas e voltou no penúltimo GP da temporada, em Watkins Glen. Nesse dia, Emerson venceu sua primeira corrida e, ao mesmo tempo, impossibilitou seus adversários de alcançar a pontuação de Rindt, que assim sagrou-se campeão mundial postumamente. O ano de 1971 não viu vitórias de Emerson, embora sua atuação consistente lhe tenha garantido três pódios. Em 1972, com 5 vitórias, Fittipaldi tornou-se o campeão mundial mais jovem da história da Fórmula 1, com 25 anos, oito meses e 29 dias, recorde que manteve por mais de três décadas e que só foi quebrado em 2005, pelo piloto espanhol Fernando Alonso. Em 1973, Emerson venceu mais 3 corridas, no entanto perdeu o título para o escocês Jackie Stewart. O sucesso contribuiu fortemente para a entrada do Grande Prêmio do Brasil no calendário internacional no ano seguinte, no circuito de Interlagos. Ele mesmo venceu a corrida inaugural. Em 1974, o piloto brasileiro trocou a Lotus pela McLaren, e, com três vitórias (uma delas no Brasil), sagrou-se bicampeão do mundo. Ainda competitivo, venceu mais duas corridas pela mesma equipe no ano seguinte. Copersucar Fittipaldi: Em 1975, fundou, em parceria com o irmão, a equipe Fittipaldi, equipe inteiramente brasileira e que contou em boa parte de sua vida com o patrocínio da cooperativa brasileira de açúcar e álcool Coopersucar, nome pelo qual a equipe se tornou mais conhecida entre os brasileiros. O primeiro ano em sua própria equipe 1976 foi frustrante, com constantes abandonos. Em 1977, Emerson conquistou alguns resultados razoáveis, como três 4º lugares, mas foi em 1978 que ocorreu o grande momento de Emerson em sua própria equipe com o modelo F5A, ao terminar o Grande Prêmio do Brasil no circuito de Jacarepaguá em 2º lugar. A equipe teve dois 4º, 5º e um 6º lugar. Fechou o ano em 7º com 17 pontos. Grandes esperanças no campeonato de 1979. Na corrida de abertura, o piloto terminou o GP da Argentina em 6º lugar com o chassi do ano anterior, mas quando foi para o Fittipaldi F6, ele sofreu. O carro tem uma aparência estética muito bonita, mas tem um problema muito sério: o excesso de torção do chassis; o carro era difícl de controlar principalmente em curvas. Desentendimentos da equipe com o projetista culminou com um péssimo desempenho do carro no campeonato. Nenhum ponto conquistado com ele. O carro era alvo de gozações, e com isso, a Copersucar retirava o apoio à equipe. A partir de então houve um declínio técnico na equipe, e, ao final de 1980, no mesmo circuito de Watkins Glen onde vencera sua primeira prova, Emerson Fittipaldi retirou-se da Fórmula 1 como piloto; naquele ano, ele conseguiu o último pódium com o 3º lugar em Long Beach, tendo o compatriota Nelson Piquet, o vencedor, e conquistado a primeira vitória na categoria. Em 1981, Emerson Fittipaldi exerce a função de chefe de equipe e tendo como pilotos: o finlandês Keke Rosberg e o brasileiro Chico Serra. Com equipamentos de segunda linha e pouco dinheiro, e nenhum ponto para a equipe no campeonato. No campeonato de 1982, após seu piloto Chico Serra marcar um ponto no Grande Prêmio da Bélgica, sua equipe fechou as portas. Ao longo da carreira na Fórmula 1 foram 149 Grandes Prêmios, 14 vitórias, 6 pole positions, 6 melhores voltas, com um total de 276 pontos.(Wikipédia)

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Décimo oitavo

Jack Brabham. Origem: Wikipédia. Jack Brabham. Nome completo: John Arthur Brabham Nacionalidade Australiano Nascimento 2 de abril de 1926 Hurstville, Nova Gales do Sul Registros na Fórmula 1 Temporadas 1955-1970 Equipes Cooper, Rob Walker Racing Team, Brabham GPs disputados 128 (126 largadas) Títulos 3 (1959, 1960, 1966) Vitórias 14 Pódios 31 Pontos 253 Pole positions 13 Voltas mais rápidas 12 Primeiro GP Grande Prêmio da Inglaterra de 1955 Primeira vitória Grande Prêmio de Mônaco de 1959 Última vitória Grande Prêmio da África do Sul de 1970 Último GP Grande Prêmio do México de 1970 Sir John Arthur Brabham, OBE, ou simplesmente Jack Brabham, (Hurstville, 2 de abril de 1926) é um ex-automobilista australiano que venceu os campeonatos de Fórmula 1 em 1959, 1960 e 1966. Brabham é de uma segunda geração de australianos, filho de um dono de mercearia em Hurstville, perto de Sydney. Ele abandonou a escola aos 15 para trabalhar em uma oficina. Durante a Segunda Guerra Mundial, Brabham serviu na Royal Australian Air Force. Em 1946, abriu uma pequena oficina. Ele também corria de kart e na sua primeira temporada venceu o campeonato NSW e formou uma parceria com Ron Tauranac. Em 1955, estreou no Grande Prêmio da Inglaterra pilotando um Cooper. Em 1959 Brabham venceu o campeonato, feito que viria a repetir em 1960 novamente com a equipe Cooper. Brabham levou o Cooper vencedor do campeonato para o Indianapolis Motor Speedway para testes logo após a temporada de 1960 e competiu na Indianapolis 500 com uma versão modificada de um carro de Fórmula 1 em 1961. O carrinho engraçado da Europa foi ridicularizado pelas outras equipes, mas chegou a estar em terceiro e terminou a corrida em nono. Em 1961, o piloto australiano fundou a Brabham com Ron Tauranac. Pouco antes, havia sido colocada uma limitação na Fórmula 1, de 1500 cilindradas para os motores, o que não foi bom para Brabham, que não venceu nenhuma corrida com o novo carro. A primeira vitória da equipe veio em 1964 com Dan Gurney. Em 1966 a regra mudou para 3000 cc e Brabham, com um Repco-Brabham, venceu o campeonato novamente. Em 1967 o título veio com seu companheiro de equipe Denny Hulme. Em 1970 ele se aposentou e logo após parou completamente com as corridas, vendendo sua equipe para Tauranac antes de retornar para a Austrália. Os seus três filhos, Geoff, Gary e David, também foram pilotos de corrida. Jack Brabham tornou-se membro do International Motorsports Hall of Fame em 1990. Estatísticas de Jack Brabham: GPs 128 Largadas 126 Títulos 3 Vitórias 14 Poles 13 Pódios 31 Pontos 261 Volta + Rápidas 12 Voltas 6163 Voltas como líder 824

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

décimo nono.

Graham Hill.
Norman Graham Hill (Hampstead, 15 de fevereiro de 1929 — 29 de novembro de 1975) ou mais conhecido no mundo automobilístico como Graham Hill. Foi um piloto britânico nascido na Inglaterra bicampeão mundial de Fórmula 1 em 1962 e 1968. Esteve na categoria com 18 temporadas, entre 1958 à 1975. O piloto inglês foi o único piloto a ganhar a Tríplice Coroa do Automobilismo. Ele venceu o Grande Prêmio de Mônaco em 1963, 1964, 1965, 1968 e 1969, as 500 Milhas de Indianápolis em 1966 e as 24 Horas de Le Mans em 1972. Ele recebeu o apelido de Mr. Mônaco, em função das cinco vitórias na pista na década 60: (1963, 1964, 1965, 1968 e 1969 - sua última vitória na categoria). A sua marca foi superada 24 anos depois pelo brasileiro Ayrton Senna, que obteve a sexta em 1993. O seu sobrenome Hill não tem nenhum grau de parentesco com Phil Hill, piloto norte-americano campeão de F1 em 1961. Nascido em Hampstead, Londres, Graham ficou conhecido durante a parte final de sua carreira por sua inteligência e paciência. Ele iniciou sua carreira na Fórmula 1 aos 29 anos correndo pela Lotus. Depois de dois anos sem marcar sequer um ponto, entrou na BRM, e venceu seu primeiro campeonato em 1962. Ainda na BRM, ele foi vice-campeão em 1963, 1964 e 1965. Seu segundo título veio depois de voltar para a Lotus em 1968. Nesse mesmo ano, ele venceu o GP da Espanha com a Lotus patrocinada pela Gold Leaf, na primeira aparição de um carro estampado por uma empresa tabagista sem vínculo com o meio automobilístico. Graham sobreviveu a vários acidentes antes de se aposentar aos 46 anos e montar sua própria equipe, Embassy Hill na Fórmula 1. Sábado, 29 de Novembro de 1975, uma intensa neblina envolvia Londres, na Inglaterra, à noite. O pequeno avião bimotor particular, um Piper Aztec de matrícula norte-americana, solicitou autorização de pousar no aeroporto de Heatrow. A pista estava fechada. Tentou em Gatwich; também fechado. Como última opção, voou para o pequeno aeroporto de Elstree, em Barnet, 16 quilômetros ao norte de Londres, voando baixo e com uma visibilidade de 100 metros. No clube Arkley, um campo de golfe, a 3 quilômetros da pista, houve um choque com algumas árvores, a queda, a explosão. 6 pessoas morreram na hora. Entre elas, Graham Hill, 46 anos. Eram exatamente 18 horas e 30 minutos (hora de Brasília). O reconhecimento oficial fo feito através de sua ficha dentária. Os corpos, carbonizados, estavam irreconhecíveis. O avião vinha sob seu comando, de um voo que começara às 15 horas e 50 minutos (horário brasileiro). Na Europa, 18 horas e 30 minutos em Marselha, França, Graham Hill tinha passado o dia no autódromo de Paul Ricard, fazendo testes no novo carro de sua equipe. Dentro do avião estavam 5 membros da equipe, incluindo o engenheiro, três mecânicos e o piloto da equipe de F1 e compatriota de Hill, Tony Brise[1]. Graham era casado com Bette Hill em 1955 e deixou três filhos: Brigitte (mais velha), Damon Hill (do meio, quem depois tornou-se campeão mundial de Fórmula 1 em 1996, o único filho de campeão a também tornar-se um) e Samantha (caçula). Em 1990, Graham foi introduzido ao International Motorsports Hall of Fame. Estatísticas de Graham Hill GPs 179 Largadas 176 Títulos 2 Vitórias 14 Poles 13 Pódios 36 Pontos 289 Volta + Rápidas 10 Voltas 8791 Voltas como líder 1102 Fonte Wikipedia.