Em votação com 217 pilotos, o tricampeão Ayrton Senna foi eleito o melhor de todos os tempos.O Tricampeão mundial, Ayrton Senna foi eleito o maior piloto de Fórmula 1 de todos os tempos. A votação foi publicada na edição desta semana da revista inglesa Autosport, que ouviu 217 pilotos . A lista incluiu o mais antigo vencedor de GP ainda vivo, o argentino Jose Froilan Gonzalez, e o mais velho piloto de F-1 vivo, o alemão Paul Pietsch, de 98 anos. Cada um dos 217 pilotos escolheu os 10 maiores da história, em sua opinião. O heptacampeão mundial Michael Schumacher , que inclusive foi um dos pilotos ouvidos pela revista, ficou em segundo lugar. O argentino Juan Manuel Fangio, pentacampeão entre 1951 e 1957, ficou em terceiro. Em 162 Grandes Prêmios disputados durante suas 11 temporadas na Fórmula 1, Ayrton Senna conquistou 41 vitórias e 65 pole positions, o que lhe rendeu os títulos mundiais de 1988, 1990 e 1991. Senna estreou na categoria pela equipe Toleman, na temporada de 1984. A primeira vitória veio no GP de Portugal de 1985, em Estoril , já correndo pela Lotus. Em 1988, foi contratado pela McLaren e conquistou seu primeiro título. Naquele ano, cravou 13 pole positions e teve 8 vitórias, em 16 corridas disputadas. Após seis anos de sucesso com a equipe inglesa, se transferiu para a Williams em 1994. Largou da primeira posição nas três corridas que disputou com a equipe . Porém, na última delas, em San Marino, sofreu o acidente que lhe tirou a vida e chocou o planeta. Fonte:ESP Brasil,2010.
segunda-feira, 25 de março de 2013
Primeiro. Novamente.
segunda-feira, 18 de março de 2013
Primeiro.
Ayrton Senna da Silva (São Paulo, 21 de março de 1960 — Imola, 1 de maio de 1994) foi um piloto brasileiro de Fórmula 1, três vezes campeão mundial, nos anos de 1988, 1990 e 1991. Foi também vice-campeão no controverso campeonato de 1989 e em 1993. Morreu em acidente no Autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Ímola, durante o Grande Prêmio de San Marino de 1994. É reconhecido como um dos maiores nomes do esporte brasileiro[2] e um dos maiores pilotos da história do automobilismo.
Senna começou sua carreira competindo por kart. Mudou-se para competições de automobilismo em 1981, e foi campeão dois anos seguintes da Campeonato Britânico de Fórmula 3. Seu bom desempenho em categorias anteriores o levou a estrear na Fórmula 1 no Grande Prêmio do Brasil de 1984 pela equipe Toleman-Hart. Em sua primeira temporada na categoria, Senna rapidamente teve resultados, levando a pequena equipe inglesa a obter performances jamais alcançadas. No ano seguinte, trocou a Toleman-Hart pela Lotus-Renault, equipe pela qual venceu seis Grands Prix ao longo de três temporadas. Em 1988, juntou-se o francês Alain Prost (que seria seu maior rival em sua carreira) na McLaren-Honda e viveu anos vitoriosos pela equipe. Os dois juntos venceram 15 dos 16 Grands Prix daquela temporada, e Senna sagrou-se campeão mundial pela primeira vez. Prost levou o campeonato de 1989, e Senna retomou o título em 1990 - ambos títulos foram decididos por colisões entre os pilotos no Grande Prêmio do Japão. Na temporada seguinte, Senna faturou seu terceiro título mundial, tornando-se o piloto mais jovem a conquistar um tricampeonato na Fórmula 1 - façanha que foi mantida até o final da temporada de 2012, quando Sebastian Vettel chegou ao tricampeonato vencendo por três anos consecutivos. A partir de 1992, a equipe Williams-Renault dominou amplamente a competição. Ainda assim, Senna conseguiu terminar a temporada 1993 como vice-campeão, vencendo cinco corridas. Negociou uma transferência para Williams em 1994.
Sua reputação de piloto veloz ficou marcada pelo recorde de pole positions que deteve entre 1989 até 2006. Sobre asfalto chuvoso, demonstrava grande capacidade e perícia, como demostrado em atuações antológicas nos GPs de Mônaco 1984, de Portugal 1985 e da Europa 1993. Senna ainda detém o recorde de maior número de vitórias no prestigioso Grande Prêmio de Mônaco - seis - e é o terceiro piloto mais bem sucedido de todos os tempos em termos de vitórias.
Em dezembro de 2009 a revista inglesa Autosport publicou uma matéria onde fez uma eleição para a escolha do melhor piloto de Fórmula 1 de todos os tempos. A revista consultou 217 pilotos que passaram pela categoria, e Ayrton Senna venceu tal votação.
A rede de comunicação estatal britânica, BBC, elegeu o brasileiro Ayrton Senna como o melhor piloto de Fórmula 1 da história. “Provavelmente nenhum piloto da Fórmula 1 tenha se dedicado mais ao esporte e dado mais de si mesmo em sua rígida busca pelo sucesso. Ele era uma força da natureza, uma combinação incrível de muito talento e, em alguns casos, uma determinação espantosa”, aponta o texto publicado no site da BBC.
InícioPaulistano nascido no tradicional bairro de Santana, filho de um empresário brasileiro, logo interessou-se por automóveis. Incentivado pelo pai, um entusiasta das competições automobilísticas, ganhou o seu primeiro kart, feito pelo próprio pai (Sr. Milton), aos quatro anos de idade, e que tinha um motor de máquina de cortar grama. A habilidade do garoto na condução do novo brinquedo impressionou a família. Aos nove anos, já conduzia jipes pelas estradas precárias dentro das propriedades rurais do pai. Ayrton Senna cursou o primário nos Colégios Santana e Jardim São Paulo (situados no mesmo distrito de Santana onde morava) e os antigos ginásio e colegial no tradicional Colégio São Luís. Senna era um sucesso no Kart Começou a competir oficialmente nas provas de kart aos treze anos. Depois de terminar como segundo colocado em várias ocasiões, em 1977 ganhou o Campeonato Sul-Americano de Kart e também em 1978 e 1980, o Brasileiro em 1977, 1978 e 1980. Faltaram para Senna as conquistas no Paulista e principalmente no Mundial. Ele sentia-se frustrado por não ter alcançado o título de melhor piloto do mundo; tentou quatro vezes, sendo vice em 1979 e 1980. Como ele dizia, é o primeiro lugar ou nada. Em 1981 começou a competir na Europa, ganhando o campeonato inglês de Fórmula Ford 1600, pela equipe de Ralf Firman. Em 1982, foi campeão europeu e britânico de Fórmula Ford 2000, pela equipe de Dennis Rushen. Nessa época adotou o nome de solteira da mãe, Senna, pois Silva é um nome bastante comum no Brasil. Em 1983, Senna ganhou o campeonato inglês de Fórmula 3, pela equipe de Dick Bennetts, depois de muita luta e da muitas vezes controversa batalha com Martin Brundle. Também triunfou no prestigioso Grande Prêmio de Macau pela Teddy Yip's Theodore Racing Team, diretamente relacionado à equipe que o conduziu à F3 britânica. Neste último campeonato, após várias vitórias em Silverstone, a imprensa inglesa especializada chegou a chamar o circuito de Silvastone em homenagem a Ayrton.
Acidente fatal em Ímola.Na sétima volta a corrida foi reiniciada, e Senna rapidamente fez a terceira melhor volta da corrida, seguido por Schumacher. Senna iniciara o que seria a sua última volta; ele entrou na curva Tamburello e perdeu o controle do carro, seguindo reto e chocando-se violentamente contra o muro de concreto. A telemetria mostrou que Senna, ao notar o descontrole do carro, ainda conseguiu, nessa fração de segundo, reduzir a velocidade de cerca de 300 km/h (195 mph) para cerca de 200 km/h (135 mph).[22] Os oficiais de pista chegaram à cena do acidente e, ao perceber a gravidade, só puderam esperar a equipe médica. Por um momento a cabeça de Senna se mexeu levemente, e o mundo, que assistia pela TV, imaginou que ele estivesse bem, mas esse movimento havia sido causado por um profundo dano cerebral. Senna foi removido de seu carro pelo Professor Sidney Watkins, neurocirurgião de renome mundial pertencente aos quadros da Comissão Médica e de Segurança da Fórmula 1 e chefe da equipe médica da corrida, e recebeu os primeiros socorros ainda na pista, ao lado de seu carro destruído, antes de ser levado de helicóptero para o Hospital Maggiore de Bolonha onde, poucas horas depois, foi declarado morto. Mais tarde o Professor Watkins declarou:
Ele estava sereno. Eu levantei suas pálpebras e estava claro, por suas pupilas, que ele teve um ferimento maciço no cérebro. Nós o tiramos do cockpit e o pusemos no chão. Embora eu seja totalmente agnóstico, eu senti sua alma partir nesse momento.
LegadoNa reforma do autodromo de Interlagos em 1990 uma mudança radical do traçado foi proposta para seguir as regras de limites de distância de um circuito da FIA, e uma grande curva inclinada foi sugerida para ligar a reta dos boxes à curva do sol. Ayrton propôs um "S" que ligasse as duas retas, daí o nome de "S do Senna", pelo design do tricampeão, e não somente uma homenagem dada a ele. Em 2005, o cantor italiano Cesare Cremonini gravou uma canção intitulada Marmelata #25 e, no refrão, há uma parte que diz em italiano: "Ahh! Desde que Senna não corre mais… não é mais domingo".[26] Com a morte de Ayrton Senna, novas normas de segurança foram implementadas para a F1. Novas barreiras, curvas redesenhadas, altas medidas de segurança e o próprio cockpit dos pilotos foram mudanças feitas na F1, ligadas diretamente à sua morte.
EstatísticasGPs: 162. Largadas: 161. Títulos: 3. Vitórias: 41. Poles: 65. Pódios: 80. Pontos: 614. Volta + Rápidas: 19. Voltas: 8219. Voltas como líder: 2987. (Wikepédia)
sexta-feira, 8 de março de 2013
Segundo
Juan Manuel Fangio (Balcarce, 24 de junho de 1911 — Buenos Aires, 17 de julho de 1995) É um dos maiores nomes da historia desse esporte.
CarreiraJuan Manuel Fangio correu 51 grandes prêmios, obteve 24 vitórias, 29 pole positions, 23 recordes de volta, cinco títulos mundiais (1951, 1954, 1955, 1956 e 1957) dos quais 4 foram consecutivos, e dois vice-campeonatos (1950 e 1953) em oito temporadas que disputou. Fangio correu em quatro escuderias: Alfa Romeo (1950-1951), Maserati (1953-1954), Mercedes (1954-1955), Ferrari (1956) e Maserati (1957-1958). E o único piloto da história da Formula 1 que foi campeão com 4 escuderias diferentes: Alfa Romeo, Maserati, Ferrari e Mercedes-Benz. Fangio tinha o apelido "El Chueco" (O Manco), que recebeu em partidas amadoras de futebol, por ter as pernas arqueadas. Juan Manuel Fangio disputou sua primeira corrida aos dezessete anos, guiando um Ford-T, e terminou-a em último. Subiu ao pódio pela primeira vez na Mil Milhas na Argentina em 1939. Seu acidente mais grave aconteceu no GP da Itália, em Monza, no ano de 1952. Ao seguir para a Itália, onde disputaria a prova, fez escala em Paris, mas não pôde continuar a viagem de avião por causa do mau tempo. Fangio não hesitou: pegou um carro e dirigiu aproximadamente 700 km até Monza. No dia seguinte, ainda cansado, bateu o seu Maserati durante uma sessão de treinos e voou para fora do carro. Feriu-se gravemente no pescoço. Ficou 40 dias internado e cinco meses com pescoço e tronco imobilizados. Muitos chegaram a pensar que sua carreira estaria encerrada ali. Ele, no entanto, voltou a competir no ano seguinte. Fangio foi o primeiro piloto do mundo a mostrar que a "Era romântica da Fórmula Um" estava para fechar o ciclo. Isto aconteceu quando decidiu encerrar a carreira em 1958. Numa entrevista alguns anos depois, ele comenta o que o levou a tomar aquela decisão, já que estava no auge de sua carreira:
Eu estava em Reims (1958), treinando para o Grande Prêmio da França, quando senti que o carro estava muito instável, o que me chamou a atenção porque a grande virtude da Maserati 250F era sua estabilidade. Então cheguei ao box e perguntei ao chefe de equipa o que se passava; ele respondeu-me:- Trocamos os amortecedores! - Mas por quê?, perguntei. - Porque estes nos pagam! - Assim, naquele momento, tomei a decisão de encerrar a carreira. E não me arrependo disso!Os dois pilotos que o sucederam que ele mais admirou foram o britânico Jim Clark e brasileiro Ayrton Senna. Em julho de 1995, Juan Manuel Fangio morreu vítima de insuficiência crônica renal aos 84 anos. Sua marca de 5 títulos só foi superada 46 anos depois pelo alemão Michael Schumacher com a 6ª conquista em 2003.
Fangio, ao longo de sua carreira, construiu um dos currículos mais invejáveis da categoria: É o campeão com o maior percentual de vitórias: 47,06% Possui o maior percentual de títulos: 62,5% Possui o maior percentual de poles: 55,7 % Possui o maior percentual de largadas na primeira fila: 94,1% Possui o maior percentual de pódios: 68,6%
EstatísticasGPs: 51. Títulos: 5. Vitórias: 24. Poles: 29. Pódios: 35. Pontos: 277.64. Volta + Rápidas: 23. Voltas: 3032. Voltas como líder: 1348. (Wikepédia)
domingo, 3 de março de 2013
Terceiro
James "Jim" Clark Jr., (Kilmany, 4 de março de 1936 - Hockenheim, 7 de abril de 1968), nasceu na Escócia, e que se destacou principalmente na Fórmula 1 e ainda hoje é reconhecido como um dos maiores talentos do esporte a motor.
O pequeno Jim teria aprendido a dirigir sozinho, ao observar o pai. Consta que aos 8 ele já dirigia o carro da família na pequena propriedade agrícola de seus pais. Como era muito pequeno, as pessoas não o viam ao volante, e no começo muitos pensavam que o carro andava sem qualquer motorista. Impossivel saber se essa história, publicada pela revista seleções em dezembro de 1965 é verdadeira. Mas ela emblematica para a compreensão da figura de Clark, um garoto que começou a se interessar por corridas aos 15 anos, participando de eventos amadores de rali já aos 17. Esse interesse cada vez maior do adolescente por carros e corridas de automóvel alarmava sua família, que considerava essa atividade um passatempo para imbecis. A consternação familiar aumentou mais ainda, quando Clark anunciou, de maneira ousada que queria ser piloto. era um jovem timido que não desobedecia aos pais, mas desta vez o amor pelas corridas falou mais alto. Segundo seu proprio depoimento, em 1964, já campeão mundial,ao querer ser piloto de corridas, Clark passou a ser ironizado e ofendido pelas pessoas da vizinhança como o "idiota local". Mas Jim persistiu, e aos 20 anos, em 1956, com a idade minima exigida na época em seu país, começa a participar de competições de verdade. Sua primeira corrida aconteceu em 3 de junho daquele ano quando, com um Sunbeam Mk3 de sua propriedade, venceu o Stobs Camp Sprint, evento dos chamados "carros de salão". Clark participou, até 7 de outubro, de um total de 8 corridas, incluida a estreia acima citada, sendo que não disputpu nenhuma corrida nos meses de julho e agosto.Além de seu Sunbeam, Clark correu com um DKW Sonderklasse, cedido pela equipe de Ian Scott Watson. Naquele tempo era comum existirem equipes "pequenas", nas mais diferentes categorias automobilisticas. a de Scott Watson era um exemplo típico. O mesmo DKW Sonderklasse foi usado por Clark em sua primeira corrida na temporada de 1957, em 30 de junho, na qual terminou em 4o lugar. A segunda corrida do piloto só aconteceria em primeiro de setembro, onde voltou a usar o seu Sunbeam. Em outubro, Clark pilota um Porsche 1600s para a equipe de Scott Watson.No total o escoces disputou 7 eventos,em 1957 vencendo 2 Nos seus dois primeiros anos como piloto, Clark diputa 15 corridas, número pequeno perto das 42 corridas que disputou em 1958. A partir de então, até 1967, sua ultima temporada completa, corre sempre mais de 30 corridas por ano. O motivo dessa mudança foi que no inicio Clark ainda priorizava o serviço na fazenda dos pais, sentindo que seu futuro como piloto de corridas ainda estava incerto. A pressão da família e da comunidade local era cada vez mais forte, mas um convite, no já citado ano de 1958, para correr pela equipe Border Rievers, representa um alento para as pretenções do piloto. Mais estruturada que a equipe de Scott Watson, para qual Clark continuava competindo também, talves principalmente por gratidão, a Border Rievers foi considerada por Clark como uma verdadeira escola.Emblematica dessa fase da carreira de Clark é sua primeira competição automobilisitca fora do Reino Unido, em maio de 1958, quando participa de 2 eventos num mesmo dia com 2 carros diferentes na pista de Spa-Francorchamps, sendo uma corrida pela equipe de Watson, enquanto a segunda pelo time Border Rievers. No final do ano conhece Colin Chapman, participando em 26 de dezembro de sua primeira corrida com um modelo Lotus, o Elite, fornecido pela fabrica para o time de Ian Scott Watson. Jim ia vencer, quando seu carro foi atingido por um concorrente. Clark acabou em segundo, atrás do próprio Chapman, que pilotava outro Elite. pilotando o Com o mesmo carro, quase vence na sua classe, em sua primeira participação nas 24 horas de Le Mans, em 1959. Clark fez dupla com o experiente John Whitmore, que após a corrida declarou: "Pensei que iria ensiná-lo, mas fui eu quem aprendi".Clark e Whitmore correram na categoria GT 1500. Poderiam ter vencido em sua classe, mas uma serie de contratempos determinaram o segundo lugar entre os carros da GT 1500, além de um decimo lugar na classificação geral. No final do ano disputa uma corrida de Fórmula Júnior (hoje Fórmula 3), com um Gemini. Foi sua primeira corrida com um carro de Fórmula (apesar de antes ter participado de eventos chamados "formula Libre" ele disputou os mesmos com carros turismo ou esporte, dependendo do evento- às vezes participava de mais de um evento de uma vez, com carros diferentes). Após 50 vitórias em Ralis, subidas de montanha, speed trials, corridas de carros esporte e carros turismo, Clark começa a correr nas categorias monoposto (ou "de Fórmula", sem deixar de participar de outros tipos de competição automobilistica.
Em sua carreira de Fórmula 1, Clark venceu 25 e conseguiu 33 pole positions. Clark diferiu da atual geração de pilotos de Fórmula 1 devido a sua habilidade de guiar e vencer em todos os tipos de carro. Sua performance no Lotus Cortina em stock cars foi excelente, ele correu na Nascar americana (para a equipe Holman e Moody), lutando com os desajeitados carros esportivos da Lotus, incluindo os tipo 30 e 40 e dirigindo os carros Lotus da Indy em corridas de subida a montanha na Suíça. A Participação de Clark nessas provas suíças, que eram competições reais, foi apenas para exibição, mas dirigir um formula Indy em uma "pista" totalmente inadequada e com desempenho convincente não é pouca coisa. Clark sobressaiu em uma época quando pilotar de forma absolutamente genial era mais importante que contratos comerciais e proteção ao piloto. Piloto rápido, mas ao mesmo tempo frio, sabia quando acelerar. Estrategista brilhante, se adaptava a situações adversas. Errava muito pouco, bem como sabia poupar o equipamento, que aliás gastava geralmente menos do que outros pilotos com o mesmo carro no mesmo ritmo. Ao contrário do que muitos dizem hoje, foi um brilhante acertador de carros.
A tragédia 1968.Clark detinha na época quase todos os recordes da formula um e estava muito perto de alcançar o de pontos e o de frequências ao pódio, então nas mãos de Fangio. Mas em 7 de Abril de 1968 durante uma corrida da Fórmula 2 em Hockenheim, Alemanha, Jim Clark morreu quando seu carro saiu de curso e bateu em algumas árvores. A causa do acidente nunca foi definitivamente identificada, mas investigadores concluíram que um pneu traseiro vazio foi a causa mais provável. A morte do escocês foi um grande golpe para a Lotus e para a Fórmula 1. Clark permaneceu fiel à equipe durante quase toda a sua carreira (toda na fórmula 1). Foi ele quem tornou famosa a equipe, ajudando o time de Colin Chapman a estabelecer os alicerces na fórmula 1 moderna. O campeonato de 1968 foi vencido pelo seu companheiro de equipe, Graham Hill.
HomenagemEm 2011 recebeu uma Homenagem feita pela equipe KV Racing quando assinou uma semana antes do grande premio de Saint Petersburg com Tony Kanaan que honrou as cores verde e amarelo e o número 82 que foi utilizada por Jim Clark para vencer as 500 Milhas de Indianapolis de 1965.(Wikipédia)
EstatísticasGPs: 73. Largadas: 72. Títulos: 2. Vitórias: 25. Poles: 33. Pódios: 32. Pontos: 274. Volta + Rápidas: 28. Voltas: 3930. Voltas como líder: 1943.
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